Pessoas com conceitos desatualizados de SEO ainda acham que ele é realidade

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Está na Internet, então é verdade.

A ruína da vida de todos os profissionais de marketing de busca é a informação velha ou incorreta dada aos clientes e na qual eles ainda se apegam. Este artigo foi inspirado por uma interação com colegas de trabalho de um cliente, pessoas que não estão pensando regularmente em SEO. Isso não é para derrubá-los, mas para chamar a atenção de todos que há uma necessidade contínua para a educação.

E também não se trata só dos clientes. Trata-se de amigos, pais e parceiros. Alguém ainda se perguntou se eles fazem anúncios pop-up quando tentam explicar o que fazem? (Só eu?)

Ao fazer a pesquisa para este artigo, notei que existe uma tonelada de equívocos SEO por aí, e as pessoas estão falando sobre eles regularmente, mas muitos estão relacionados ao content marketing ou marketing online em geral. Não estou abrangendo todos os equívocos, mas esses conceitos parecem estar presos à ideia do SEO e não vão deixá-la. Por isso, vou fornecer recursos para ajudar a educar as pessoas que acreditam nesses equívocos e soluções alternativas para que você possa dar a elas.

Colocar o texto atrás de uma imagem

A inspiração. O cliente está lutando pelo equilíbrio entre as receitas e o conteúdo da página. Agora tem uma imagem grande na página e sugerimos a edição dela para adicionar o conteúdo sobre o produto. Foi perguntado se poderíamos simplesmente jogar o conteúdo para trás da imagem e resolver ambos os problemas.

Meu cliente entrou em cena e respondeu à pergunta maravilhosamente, mas isso trouxe à mente quantas vezes eu já vi atributos alt text lotados de conteúdo em uma tag noscript que não coincide com o que está no Flash.

Recursos adicionais

Um guia completo para texto oculto.

Solução alternativa

Neste caso, é recomendável colocar um texto abaixo da dobra para os usuários que queriam as informações e manter a imagem atual para usuários que estão voltando. Alcance um equilíbrio que satisfaça as necessidades do usuário e os objetivos de negócio.

Copiando as ações de um concorrente

Isso não é tão óbvio como esconder o texto, mas é algo que as empresas se recusam a parar de fazer. É o conceito de que se um concorrente está fazendo alguma coisa deve valer a pena fazer. Isso vale tanto para concorrentes em posições altas do ranking de um negócio, como para aqueles de nível mais baixo. Nós todos temos aqueles concorrentes que queremos “vencer” e, por vezes, que nos levam a fazer coisas que não são totalmente pesquisadas e planejadas.

A amazon.com é o meu maior incômodo. Eu não consigo enumerar quantas vezes eu já ouvi “mas a Amazon faz isso” de grandes marcas em que outras empresas se espelham. A Amazon, como a maioria das grandes empresas, testa muitas coisas e tem uma pessoa diferente por trás de cada um desses testes. Se você trabalha para uma grande empresa, então entende o que quero dizer.

Recursos adicionais

Pare de copiar seus concorrentes, eles também não sabem o que estão fazendo.

Solução alternativa

Todo mundo está em busca dos melhores resultados, de conquistar novos clientes, reter os atuais e fazer as outras partes interessadas felizes. A maneira como você supera a concorrência é ouvindo as suas partes interessadas (compradores, clientes, parceiros, colaboradores, investidores) e tomando decisões com base em seu feedback, bem como no que está acontecendo no mercado.

Elevado número de links = ranking

Essa informação foi desmascarada tantas vezes que a minha cabeça até roda. Isso não muda a quantidade de pessoas que ainda pensa que o número total de links (como relatado por uma ferramenta de terceiros, como Moz, Majestic ou AHREFs) é o único fator no ranking. Quer se sair melhor em SERPs? Bem, é preciso contratar alguém para construir alguns links! Vou deixar uma captura de tela aqui (Pesquisa: “insurance”) e, em seguida, nós vamos entrar nos recursos e nas soluções para quando você tiver que enfrentar isso.

Recurso adicionais

Fatores de Ranking de Busca do Moz.

Solução alternativa

Esta é mais uma “solução adicional”, já que os links e as menções ainda são muito importantes, mas, como visto acima, estão longe de ser o único fator no ranking. É melhor explicar os diferentes fatores de classificação, como relevância do conteúdo para a consulta, alguns dados sociais, a consulta requer frescor, localização, notícias, personalização e todas as coisas que podem impactar o ranking. Concentre-se em uma estratégia de marketing que irá não só resultar em links, mas também enviar novos clientes através deles e envolver os clientes fiéis ao longo da vida.

Uma perda no tráfego significa que você foi penalizado

Os dois próximos estão focados na questão das penalidades. Muitas pessoas têm medo de ser penalizadas. Eu acho que isso vai voltar para os dias dos vermelhos no seu histórico escolar. Isso ou as pessoas estão preocupadas com a perda de receita.

A mídia se envolve com o SEO quando existe uma penalidade, e é isso que a maioria das pessoas ouve falar. Tipos de situações FTD e Overstock. Em seguida, ocorre uma catástrofe e a receita cai inesperadamente. Depois de algumas pesquisas, eles acham que o tráfego do site está caindo. Isso combinado com o fato de que os proprietários de negócios terem, pelo menos uma vez a cada trimestre (em um bom ano), empresas insignificantes de SEO lhes dizendo que podem ajudá-los com SEO, prometendo a lua e alertas sobre penalidades.

A única conclusão lógica é uma penalidade! Todos nós já vimos isso, e as agências de gasodutos mais conceituadas estão cheias de leads de empresas exatamente nessa situação. A coisa é que nunca sabemos se existe uma penalidade, a menos que a gente mergulhe na situação, mas já vi momentos em que não houve nenhuma penalidade.

Muitas coisas poderiam ter acontecido, incluindo:

  • Um desenvolvedor adicionar uma tag noindex a uma seção do site quando o que ele queria era adicioná-la a uma página ou rejeitar essa seção.
  • O site foi redesenhado com mudanças de URL que podem diminuir o tráfego vindo de muitos sites se não for feito corretamente.
  • Tráfego de PPC interrompido devido a um cartão corporativo expirar e não ser atualizado.

 

Recursos adicionais

Guia para as penalidades mais comuns de SEO e como se recuperar a partir delas.

Solução alternativa

Em vez de pagar a primeira pessoa que vai te chamar de volta, primeiro dê uma olhada em qual parte do site perdeu tráfego e de onde ele estava vindo nos últimos meses. Você perdeu tráfego de busca orgânica, busca paga, tráfego de referência, ou mídia social? Tente estreitar o que aconteceu e descobrir alguma coisa a partir aí. Se tiver certeza de que foi a busca orgânica, veja a data e pergunte aos seus desenvolvedores se alguma coisa mudou no site. Se nada tiver acontecido, verifique o Google Webmaster Tools para todas as mensagens sobre uma penalidade do Google. Caso tenha certeza de que é uma busca orgânica e não houver mensagens, isso é um bom momento para entrar em contato com uma agência conceituada.

O conteúdo duplicado pode incorrer em uma penalidade

Eu dei uma palestra sobre esse tema há alguns anos no PubCon. Muitas pessoas não tiram um tempo para entender qual é o conteúdo duplicado e como é possível corrigi-lo. Mais importante, existe um mal entendido de que o conteúdo duplicado pode causar uma penalidade.

A maioria dos clientes assume que ter conteúdo duplicado vai incorrer na ira dos “deuses do mecanismo de busca”, e isso simplesmente não é verdade (em sua maior parte; mas se todo o seu site é uma cópia de um site de outra pessoa…). O conteúdo duplicado é um obstáculo para o desempenho do site na maioria das vezes, mas provavelmente não é a causa para uma queda substancial no tráfego, e definitivamente não é uma penalidade dos mecanismos de busca.

Recursos adicionais

Diretrizes do Google para conteúdo duplicado.

Solução alternativa

Não se preocupe. Reserve um tempo para visitar o Webmaster Tools regularmente e confira suas tags title duplicadas e as meta descrições para um olhar simples sobre o que pode estar causando o conteúdo duplicado ou empatando as questões em seu site. A manutenção é sempre o melhor remédio!

Uma chamada para educar

Algumas vezes nós vivemos em uma bolha na qual pensamos que as pessoas sabem de tudo o que fazemos e presumimos que a informação concedida é igual. Se alguém te perguntasse como criar uma Declaração de P&L (Profits & Losses), você conseguiria responder? Talvez sim, talvez não, mas você entendeu o que eu quis dizer. Quando estiver em casa, aproveite o tempo para responder a perguntas, seja de clientes ou colegas. Você vai se surpreender com o tanto que você pode aprender ensinando os outros.

 

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Artigo de Kate Morris publicado originalmente no iMasters.

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IPv6, C-Blocks e como isso afeta o SEO

IPv6

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Você provavelmente já ouviu falar sobre IPv6, mas ainda pode permanecer um um pouco confuso sobre os detalhes do que é, como funciona e o que ele significa para o futuro da Internet. Este artigo lhe dará uma rápida introdução ao IPv6, e discutirá as implicações sobre SEO que podem resultar em roll-out de IPv6 (mais especificamente sobre o conceito de C-Blocks).

Breve introdução a endereços IP(v4) e C-Blocks

Você já deve estar familiarizado com endereços IP; eles são geralmente escritos no seguinte formato:

ip-1

Esse formato de endereço IP é o formato comum em uso mundialmente em todos os lugares, e é chamado de IPv4. Há quatro bytes em um endereço IP escrito dessa forma, com cada byte separado por um ponto (o que significa 32 bits no total, para os geeks). Todos os domínios e subdomínios são resolvidos com pelo menos um desses endereços IP (um mesmo domínio pode ter vários IPs, mas vamos ignorar isso por enquanto).

Agora, o conceito principal de SEO originado da ideia de C-Blocks (isso não deve ser confundido com a classe C de IPs; uma coisa diferente e que as pessoas muitas vezes confundem com C-Blocks), que é um conceito que tem girado em torno do SEO por uma década ou mais. De forma simples, a ideia é que, se os primeiros 3 bytes do endereço IP são idênticos, então devemos considerar que os dois endereços IP abaixo estão na mesma C-Block:

ip-2

Então, por que isso é interessante para nós? Por que isso é importante para SEO? A lógica que aprendemos em um passado não tão distante é que se você tiver dois IPs que estão na mesma C-Block, os sites pertencentes a esses IPs provavelmente estarão relacionados e, portanto, as ligações entre esses lugares (em média) não devem contar muito em termos de PageRank. Minha opinião pessoal é que hoje existem muitos outros meios disponíveis no mecanismo do Google para fazer essas conexões, e por isso a questão do C-Block é bem menos importante do que já foi um dia.

Assim, como podemos ver (surpresa!), os dois endereços IP acima são realmente relacionados:

ip-3

Com certeza esses dois IPs são de duas empresas na família da Disney. Faz algum sentido que os laços entre esses dois domínios existam, mas isso não deve indicar um padrão como no caso de links de sites similarmente grandes, mas independentes.

Apresentando o IPv6

Então, há um problema com os endereços IP no formato acima (IPv4); há “apenas” 4 bilhões deles, e nós temos essencialmente esgotado o fornecimento desse tipo de IP. Temos tantos dispositivos conectados atualmente, que os criadores do IPv4 nunca imaginaram, na época, que a vastidão da Internet seria tão grande dali a 30 anos. Por sorte, eles viram o problema logo no início e começaram a trabalhar em um sucessor, o IPv6 (o IPv5 acabou sendo utilizado para outro protocolo inédito).

Formato de endereço IPv6:

Os endereços IPv6 são muito mais longos do que os endereços IPv4, e o formato se parece com isto:

ip-4

As coisas ficaram sérias! Há agora 8 blocos em vez de 4, e em vez de cada bloco possuir 1 byte (antes representados como um número 0-255), cada bloco é representado por quatro caracteres hexadecimais. Há 128 bits em um endereço IPv6, ou seja, em vez de um mísero 4000000000 como IPv4, o IPv6 tem cerca de 340.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 endereços.

Nos próximos anos, vamos adentrar em um mundo no qual centenas de dispositivos em nossas casas serão capazes de possuir rede e precisarão de um endereço IP, o que o IPv6 vai ajudar a acontecer. No entanto, também surgindo os sites que começam a usar endereços IPv6 cada vez mais comumente e, daqui a alguns anos, vamos começar a ver sites que possuem apenas um endereço IPv6.

Notação CIDR

Antes de irmos adiante, é importante introduzir um conceito valioso para a compreensão de endereços IP, que é chamado notação CIDR.

O protocolo IPv6 utiliza exclusivamente a notação CIDR (por exemplo /24), então a comunidade de SEO precisa entender esse conceito. É muito simples, mas normalmente muito mal explicado.

Como dissemos, os endereços IP no formato IPv4 têm 32 bits de comprimento, por isso podemos olhar para o endereço IP abaixo como binário:

ip-5

Coloquialmente, a notação CIDR poderia ser descrita como um modelo para descrever um grupo de endereços IP intimamente relacionados, de uma maneira semelhante à forma como um C-Block funciona. Ele é representado por um número após a barra ligado a um endereço de IP parcial (por exemplo, 199.181.132/24), que indica que o número dos bits iniciais (dígitos binários) são idênticos. O CIDR é tão flexível que poderia ser usado para descrever um C-Block como /24, porque os primeiros 24 bits (3 grupos de 8 bits) do endereço são os mesmos:

 

ip-6

Dois endereços IP no mesmo C-Block. Os primeiros 24 bits (3 blocos de 8 bits) são idênticos. Isso pode ser representado, nesse caso, por 199.181.132 / 24.

Agora, a notação CIDR é mais refinada e mais precisa do que o conceito de C-Block. No exemplo acima, os dois endereços IP não estão apenas no mesmo C-Block, eles estão ainda mais estreitamente relacionados no que diz respeito aos 6 bits no último bloco, que também são idênticos. Na notação CIDR, poderíamos dizer que esses dois endereços IP estão no bloco de 199.181.132/30, para indicar que os 30 principais bits são idênticos.

Observe que, com o CIDR, quanto menor o número após a barra, mais endereços IP caberão em um bloco (porque estamos dizendo que menos bits principais devem ser idênticos).

IPv6 & C-Blocks?

A notação CIDR/24 não é exatamente um nome atraente, e assim criou-se o nome “C-Block” para tornar isso mais fácil de falar, mas não se estende tão facilmente para o IPv6. Então, a pergunta é: podemos generalizar algo semelhante?

O C-Block, do ponto de vista do Google e da perspectiva do SEO, serve apenas para identificar se os links são originários da mesma rede ISP. Assim, obviamente, esse deve ser o foco. Então, meu melhor palpite seria focar em como esses IPs são alocados pelos ISPs (provedores normalmente obtêm grandes blocos contínuos de endereços IP que podem ser usados nos sites de seus clientes).

Em IPv4, um ISP possuiria determinadas faixas de C-Blocks e, se você pudesse ver vários links provenientes do mesmo C-Block, isso implicaria que os sites foram hospedados juntos e que haveria uma chance muito maior de que eles estivessem de alguma forma relacionados.

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Ilustração de um “ISP Block” (/32); a parte azul do endereço é estável e indica o ISP. A parte vermelha pode mudar e representa os endereços daquele ISP.

Com o IPv6, acredito que os ISPs serão dados de /32 blocos (os principais blocos de 32 bits serão os mesmos, deixando 96 bits para criar endereços para seus clientes), que, em seguida, vão atribuir seus usuários em blocos de /64 (perguntei a algumas pessoas, e essa tende a ser a tendência para o futuro, mas li que isso pode às vezes ser composto por blocos de /48 bits). Observe que os ISPs têm agora uma ordem de magnitude muito maior, contendo muito mais endereços IP (cada) do que toda a Internet tinha antes!

Isso também significa que cada usuário final vai usar mais endereços IP em seus dispositivos ou em sua própria rede do que o total de endereços IP na versão IPv4. Bem-vindo à Internet das Coisas!

Esses ISPs podem estar servindo os usuários domésticos de modo que cada usuário poderá receber um bloco de endereços IPv6 (para os técnicos: IPv6 acabará com a necessidade de uso do NAT em sua maior parte – já que todos os dispositivos de um usuário terão um IP “real”). Em outro cenário, o ISP será útil para os servidores, para os quais será atribuído um bloco /64; esse é o caso que nos interessa.

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Ilustração de um “Block Cliente” (/64); a parte azul indica um cliente em particular. A parte vermelha pode mudar e representa endereços pertencentes a esse cliente.

O equivalente a um C-Block em IPv6 seria um bloco /32 porque é isso que um ISP geralmente atribui aos clientes (o que lhes permite então liberar mais de 4 bilhões de blocos /64 bits para seus usuários).

Além disso, no IPv6, a alocação mínima é de /32 blocos, porque um único bloco de /32 não pode ser executado em vários ISPs, sendo assim, não há como dois IPs na mesma faixa de /32 blocos pertencerem a dois ISPs diferentes. Se queremos saber se os sites estão realmente relacionados a dois locais aleatórios, saber que eles estão no mesmo ISP (que é o que o C-Blocks faz) é o nosso objetivo.

Além disso, caso um ISP tenha blocos de /64, terá à disposição 4 bilhões de endereços para distribuir, e essa quantidade é muito escassa para identificar associações entre os sites em blocos diferentes.

No entanto, existe um contra-argumento aqui. Note que um único servidor com um bloco de IPs /64 significa que cada site deve ter um endereço IPv6 diferente (mesmo que compartilhe um endereço IPv4).

Uma observação geek: de fato, o cabeçalho “host” do http aceita um endereço IPv6 para distinguir qual site hospedado em um servidor é o site que você deseja.

Dessa forma, um único servidor, com vários sites, terá um IP separado para cada um desses sites (também é possível que o servidor possua vários blocos IPv6 atribuídos, um para cada cliente diferente – e eu acho particularmente que essa é realmente a intenção e espero que se torne realidade).

Então, se estou acessando uma rede de sites que estão interligados uns com os outros, então é bem provável que, se tenho somente um único servidor de hospedagem, todos esses sites estão no mesmo bloco /64 de endereços IPv6. Isso deve ser um sinal muito forte de que os sites estão interligados. No entanto, estou bastante certo de que aqueles ISPs que tentam manipular isso vão tentar evitar esse cenário e acabarão tentando criar outro bloco de endereços para cada site. Mas se eles estão hospedados com o mesmo ISP, então ainda estarão no mesmo bloco /32, pelo menos.

Recomendações de uma rede IPv6

Para redes IPv6 mais bem sucedidas, sugiro:

  • Os sites que estão no mesmo bloco/32, que antes seria equivalente ao mesmo C-Block, permanecem onde estão.
  • Sites no mesmo bloco /64, quer estejam no mesmo servidor ou pertençam a um mesmo cliente, ainda estão relacionados no mesmo nível C-Block.

 

Estes sites precisam de nomes mais acessíveis e mais fáceis, como:

  • “ISP Block” para blocos /32.
  • “Block Cliente” para blocos /64.

 

Então, seríamos capazes de dizer que:

  • Em endereços IP da categoria IPv6 presentes no mesmo ISP, os blocos assemelham-se à relação de IPs na mesma C-Block em IPv4.
  • Em endereços IP da categoria IPv6 no mesmo bloco de usuários, provavelmente muito semelhante, pertencem à mesma pessoa ou organização.

 

Lições aprendidas
Como mencionei, não estou convencido de que C-Blocks em IPv4 sejam tão importantes do ponto de vista do Google como já foram um dia, uma vez que o Google utilizava esse recuso para identificar e vincular sites. Embora ainda seja útil como um substituto para o SEO, que não têm todos os recursos de um Google, não é algo que deva orientar a sua tomada de decisão. Se você estiver executando sites legítimos, não deverá se preocupar em hospedá-los no mesmo C-Block, já que o site poderá ser manipulado pelo Google (que vai trabalhar com os dados dos IPs, seja no formato em que estiverem, de qualquer maneira).

Com o IPv6, acho que os “Customer Blocks” podem ser um recurso de SEO muito importante, pois é uma relação ainda mais próxima com o que era o antigo C-Block, e isso é algo que o Google provavelmente irá usar. Ainda vai levar um tempo até que o IPv6 torne-se predominante suficiente para que tudo isso seja de fato importante, portanto, neste momento, é apenas algo a ter em seu radar para ficar por dentro quando o Google começar a aumentar a importância do IPv6 no SEO ao longo dos próximos dois anos.

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Artigo de Tom Anthony, publicado originalmente no iMasters.

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Os seis maiores mitos de SEO

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As estratégias de SEO são dinâmicas se considerarmos que os algoritmos dos motores de busca passam por constantes atualizações de tempos em tempos. A título de exemplo, podemos citar o Google Panda 4.0, que foi o último “update” do buscador mais famoso do mundo e trouxe diversas mudanças nas perspectivas dos especialistas do SEO.

Esse dinamismo cria constantemente diversas novidades e, na mesma proporção, os mitos. Sim, aquelas ideias equivocadas sobre otimização que ganham popularidade na web, mas que não possuem o mínimo embasamento verídico e sequer foram testadas por especialistas.

Acompanhe, a seguir, seis mitos do SEO que podem confundi-lo:

1- SEO é igual a ranking nas redes sociais

Não é bem assim. Evidentemente, um engajamento nas redes sociais contribuirá para a construção de autoridade da marca e, em consequência, classificações elevadas de usuários sobre sua empresa na rede. Porém, existe uma enorme diferença entre correlação e causalidade.

O acúmulo de retweets e curtidas, por exemplo, não conseguirá mover seu site ou página para as primeiras colocações dos buscadores.

Ou seja: não é a publicidade nas redes sociais que irá causar as melhores posições no Google. Isso porque o algoritmo não considera sua autoridade nesses ambientes de interação online, mas principalmente outros fatores.

2- SEO é apenas links e palavras-chave

Trata-se de um mito construído pela própria evolução do SEO, afinal, até pouco tempo, as principais estratégias para ranqueamento eram fundamentadas em construção de links e palavras-chave.

Ambos continuam sendo táticas essenciais para um bom SEO. No entanto, a otimização não é composta apenas de métodos simples, e os buscadores têm relevado cada vez mais a real autoridade do seu negócio, tanto em meio físico quanto virtual. Em suma, isso significa que quanto maior for o investimento em sua marca e na construção do seu negócio, melhor será a sua posição nas pesquisas.

3- SEO Técnico está morto

Os mecanismos de busca estão valorizando o conteúdo e o contexto no qual as palavras-chaves são inseridas. Sim, é fato. Mas isso não quer dizer que táticas como otimização de URLs, metas tag, redirecionamento e outras estratégias de SEO técnicos estejam “mortas”.

É extremamente importante que os especialistas compreendam as noções da parte técnica do SEO para incluí-las durante a otimização de um site, blog ou e-commerce para conseguir melhores resultados.

4- Implementei todas as estratégias. SEO finalizado

Não, não se engane. Na realidade, a otimização nunca está acabada, já que, como mencionamos logo no início, o SEO é dinâmico.

Em uma analogia simples, é como uma estrada repleta de curvas, e é necessário estar constantemente atento às mudanças, melhorando o que já foi feito e implementando novas táticas quando os algoritmos sofrem “updates”.

5- Pagar AdWords garante melhor ranqueamento

Primeiramente, é fundamental lembrar que otimização não é o mesmo que links patrocinados. Enquanto a primeira é trabalhada dentro da busca orgânica – os resultados naturais advindos de pesquisas dos internautas –, o segundo é um serviço de publicidade do Google que não tem nenhuma relação com o SEO.

Portanto, evidentemente, não são comparáveis. Com o AdWords, sua marca será exibida como um anúncio na lista do buscador, mas não será um resultado orgânico.

6- As estratégias para mensurar resultados de SEO nunca mudam

Uma única forma de mensuração não deve existir no cenário de resultados do SEO. Toda estratégia para medir deve refletir dados consistentes, trazendo informações substanciais sobre o que deve ser ajustado, modificado ou recuperado na otimização.

Mas, para que isso seja possível, se acomodar somente em uma estratégia de mensuração não é aconselhável. Novamente, o SEO muda de tempos em tempos, e isso inclui as ferramentas para análise de resultados.

O ideal é fazer estudos aprofundados – e isso inclui estatísticas e análises de comportamento dos internautas –, buscando identificar todas as variáveis do conjunto estratégico de SEO implementado.

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Artigo de Hildebrando Trannin, publicado originalmente no iMasters.

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Como trabalhar regionalização em SEO

Imagem ilustrativa

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Segmentação é um dos conceitos mais aplicados nas táticas de marketing e publicidade tradicionais. O foco dessa ideia pode ser resumido no seguinte: migrar do ambiente massificado para parcelas de clientes em potencial.

Na prática, a segmentação pode ser definida como a seleção de grupos de consumidores com perfis que estejam alinhados ao que você tem a oferecer.  Ou, mais precisamente, trata-se de escolher os clientes certos. E dentro do SEO esse conceito está relacionado, intimamente, à regionalização, ou seja, em aplicar as estratégias on- page e off- page para melhorar o posicionamento de acordo com a localização geográfica do internauta que está em busca do seus produtos e/ou serviços.

Dessa forma, o objetivo será aumentar a visibilidade da marca não só na web como um todo, mas nas regiões em que a empresa atende. Essa abordagem pode ser a mais certeira para marcas que são capazes de atuar dentro de um determinado raio de sua localização física.

Utilize uma extensão de domínio local

O primeiro passo para começar a trabalhar a regionalização no SEO de um site ou e-commerce é escolher um domínio com extensão local. Ok, pode parecer uma dica boba, mas o fato é que muitos empreendedores ignoram a importância do .br ao final do endereço do site.

Como muitas marcas utilizam expressões ou nomes estrangeiros, a ausência do .br pode “confundir” os motores de busca e excluir o site do devido posicionamento em seu país de atuação.

Indo além: segmentando por estado ou cidade

Já temos uma extensão com domínio local. Mas isso é só início. Para aplicar, de fato, a regionalização no SEO é preciso fazer a segmentação por estado ou cidade, por meio de palavras-chave.

A melhor forma de se fazer isso é implementando conteúdo otimizado com termos como “seguro de carro rj”, para uma seguradora, por exemplo. Além disso, é importante trabalhar focado em outros termos que o internauta pode utilizar para a busca de um determinado produto ou serviço. Seguindo o exemplo acima mencionado, poderíamos trabalhar também com “seguro automóvel rj” ou mesmo “seguro automóvel Parati” – segmentando por cidade.

A importância das ferramentas de geolocalização

De nada adianta trabalhar com termos locais se a sua empresa não estiver visível no Google Maps. Quando se trata de SEO regional a melhoria do ranqueamento também depende da presença no Maps e no Google Meu Negócio.  Por isso, não esqueça de fazer a sua página nesse último!

É essa integração que irá gerar possibilidades de alcançar ótimas colocações na primeira página, já que o buscador também prioriza o fornecimento do endereço completo da loja ou empresa que o internauta procura.

Ainda dentro dessa tática é importante incluir sua empresa em listas de endereços como Guia Mais, TeleListas, iLocal para aumentar as possibilidades de angariar comentários e avaliações de internautas em buscas regionais.

Mobile SEO

Segundo pesquisa do Google, 40% das buscas móveis são com intenção local. Tal estatística só demonstra a importância de trabalhar a otimização para dispositivos móveis com o objetivo de aplicar uma estratégia realmente eficaz de SEO Regional.

E nesse cenário surgiu um jogo de sílabas curioso, que tem se tornado quase um mantra para os especialistas de SEO: SoLoMo. O significado? Social+Local+Móvel. Trata-se de uma fusão de conceitos que visa otimizar a experiência do usuário de tablets, celulares, smartphones e outros dispositivos móveis.

Mas, por onde começar? O primeiro passo é tornar o site responsivo, ou seja, adequado para visualização em celulares, tablets e smartphones. Também é aconselhável usar detecção de User Agent de forma dinâmica, inserindo sumário para o conteúdo e redesenhando o layout do site para telas de aparelhos mobile.

Pode-se dizer, portanto, que os resultados no SEO Regional podem ser observados em um curto período de tempo, já que a concorrência de termos chave é, na maioria das vezes, menor.  Isso porque você não estará competindo com as outras marcas do país, mas somente com os concorrentes diretos do seu estado ou cidade. Em uma analogia simples: é bem mais fácil se tornar o peixe maior em uma lagoa pequena, do que no mar. Comece agora a pensar nas suas estratégias de regionalização.

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Artigo de Hidelbrando Tannin, publicado originalmente no iMasters.

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Conselhos essenciais em HTML5, CSS, Responsivo e SEO

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Um dos grandes desafios em trabalhar com web é acompanhar as novidades tecnológicas que aparecem e desaparecem, se renovam e superam em uma velocidade impressionante. Há tantas ferramentas e plataformas que se multiplicam todos os dias que é difícil conhecer todas (talvez humanamente impossível também). Mas estar atento às dicas essenciais já basta para se manter atualizado o suficiente. Confira algumas dicas de web design que se destacam entre a multidão de novidades:

HTML 5

01. Escolha um estilo de código

O HTML5 permite que a marcação seja escrita em maiúsculas, minúsculas ou uma mistura delas. Além disso, ninguém é obrigado a criar todos os atributos em elementos como <img>. Você pode até omitir o atributo type quando usar <style>, <link> ou <script>. O estilo é uma escolha sua, mas se está trabalhando com uma equipe, verifique se todos estão em sintonia. E ainda há um número de elementos e atributos que estão ultrapassados em HTML5, como<big>, <center> e <font>. Melhor deixá-los para lá.

02. Leia as specs

As especificações são uma parte importante. A versão de HTML5 é mantida tanto pela WHATWG (o principal padrão de especificação e a W3C (HTML5). Se você não tem certeza sobre qual especificação ler, o especialista Oli Studhilme escreveu um pouco sobre o assunto no HTML5 Doctor (leia aqui). Ler as specs é a única maneira de entender, de fato, alguns elementos e APIs. Elas também contribuem para uma leitura rápida sobre os fundamentos para projetar HTML5.

03. Planeje sua marcação

Depois de ler as especificações, você entenderá melhor a estrutura de um documento, com os Document Outlines (saiba mais aqui). Pense neles como o equivalente às visualizações de documentos do Microsoft Word. Usar o conceito de documento outline vai ajudar a criar uma marcação bem estruturada. No processo de criação do design, é possível criar uma lista alinhada à página, o que vai obrigá-lo a pensar os níveis de títulos que devem ser usados e quais elementos serão colocados em cada lugar. Por isso, ter blocos de conteúdo organizados faz toda a diferença.

04. Escolha o elementos certo

Falamos antes sobre elementos que estão ultrapassados na quinta versão do HTML. Mas não se preocupe, ainda há 30 novos elementos que foram adicionados e muitos outros que ainda serão definidos. Por isso, pode ser difícil escolher o elemento certo para cada projeto. Para resolver voltamos à premissa de usar um elemento para descrever o significado do conteúdo, e não a sua aparência. Pense com cuidado sobre o significado disso antes de adicionar elementos. Consulte de novo o HTML5 Doctor para ajudar a escolher os certos.

05. Guerra de codecs

Você já deve ter ouvido falar que o HTML5 vai matar o Flash. Isso tem se espalhado largamente por conta do vídeo e áudio em HTML5. Não ter que depender de plug-ins para executar conteúdo de mídia é um grande passo para uma web aberta, mas ter que lidar com tecnologias competitivas não é. Quando criar conteúdo multimídia para o seu site codifique seus arquivos múltiplas vezes e inclua opções para browser com capacidades inferiores. Um artigo de Kroc Camen chamado ‘Video for Everybody” (Vídeo para todos) é um ótimo começo sobre como lidar com isso (acesse o artigo aqui).

CSS

01. Crie soluções independentes

Desenvolva qualquer efeito de CSS, 3D, rolagens ou transições fora do documento principal. Assim, é possível criar uma solução individual e organizada que poderá até ser usada depois em outros projetos. Fazer experimentos desorganizados dificulta a verificação caso alguma coisa não esteja funcionando como esperado.

02. Ordem relevante

Todo mundo sabe que tentar editar códigos CSS de outra pessoa é complicado. Sempre use múltiplas linhas CSS com as declarações ordenadas por relevância. Dessa forma, seu código poderá ser entendido por você ou qualquer outro envolvido no projeto.

03. Saiba seu papel

Mantenha classes bem focadas nas suas funções. Cada classe deve ter uma única responsabilidade, totalmente contida dentro dela. Deixe todos os atributos envolvidos nessa função em vez de tentar atribuir múltiplas responsabilidades.

04. Nomes

Use hífen nos seletores de nomeação. Por exemplo: isto-eh-bom{}, isto_eh_ruim{}, istoEhMuintoRuim{}. Isso ajuda a manter o seletor de nome legível e geralmente mais simples.

05. Prefixos

Os prefixos de fabricantes de navegadores devem desaparecer quando o CSS3 se tornar um padrão e for adotado pelos browsers. Por enquanto, use todos os prefixos onde são aplicáveis. Sempre termine com uma declaração genérica, sem prefixo.

Responsivo

01. Significado

Por definição, um web site responsivo usa layouts flexíveis e media queries para moldar e adaptar-se ao seu ambiente de visualização. É importante notar que o web design responsivo não é nem um nem outro. Você deve encontrar harmonia em ambas as técnicas e quando o fizer, irá criar layouts responsivos da melhor maneira.

02. Media queries

Os seus breakpoints de media query devem ser escolhidos de acordo com as necessidades do seu site. Há muitas resoluções de telas e não se deve incluir os breakpoints para todas as variações existentes. Há muitas resoluções de telas na tentativa de realizar isso. Comece com resoluções bem básicas de dimensões e adicione a elas breakpoints de acordo com as necessidades do seu projeto.

03. Mobile-first

Em resumo, mobile first significa desenvolver para telas pequena primeiro e depois para desktops. Isso vai contra a abordagem tradicional no qual web designers precisam ter um site no desktop e depois cortar alguns bits para conseguir um site mobile. As restrições de plataforma fazem com que você trabalhe a hierarquia do conteúdo, então essa abordagem é perfeita para design responsivo.

04. Derrube pixels

Elimine atributos com declarações fixas de pixel em HTML e no seu CSS. Imagens, em particular, precisam carregar e a melhor forma de fazer isso é declarar a porcentagem de tamanho no elemento <img>. Também é sábio criar classes CSS com tamanho em percentual, então você pode simplesmente incluir <img> ou outras tags  HTML.

05. Confie no JavaScript

Às vezes você tem pouco controle sobre a marcação do seu site. Isso só não acontece quando você está construindo um tema para CMS como WordPress, por exemplo. Escrever um script para remover um tamanho fixado ou atributos de estilo de tags HTML é fácil e rápido em um jQuery. Use e abuse. Isso vai garantir que o seu conteúdo será fluído.

SEO

01. Tags únicas

Use tags de títulos únicos e descrições para cada página do seu website, o que é óbvio para muita gente, mas é importante. Tente incluir suas palavras-chave de SEO enquanto cria textos. Mantenha as tags de títulos com no máximo 70 caracteres e as descrições cm pelo meno 155. Não use meta palavras-chave, elas ajudam concorrentes a encontrarem suas palavras.

02. 301 redirecionamentos

Se mudar para um novo websites ou URL use o recurso 301 redirecionamentos para novas páginas. O mesmo vale para quem tem múltiplos domínio: use apenas um como principal e redirecione os outros. Isso vai gerar backlinks e evitar a duplicação. Serviços com o Open Site Explorer ou Majestic SEO podem ajudar.

03. Link interno

Faça bom uso de links internos. Quando se cria um bom visual para um site, às vezes, esquecemos quais páginas são importantes e como referenciá-las. Garanta que seus links internos irão suportar as páginas mais importantes.

04. Use microdata

Tire vantagem de cada pedaço do Google usando microdados. Já viu estrelas de classificação em uma lista orgânica? Esse é um exemplo ótimo que pode melhorar suas taxas de cliques. Você pode acompanhar estimativas, vídeos, pessoas, produtos e muitas outras coisas. Viste schema.org para saber mais.

05. Pensamento social

Mecanismo de busca estão valorizando sinais sociais, então abuse de redes sociais. Tenha certeza de que sue conteúdo será fácil de compartilhar e promover. Concentre-se em conseguir compartilhamento e retuítes, em vez de apenas conseguir mais seguidores e “curtir”.

Texto de Isabella Sánchez, publicado originalmente no iMasters.

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