23 motivos para investir em automação de marketing

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Content marketing

Marketing de conteúdo deixou de ser tendência para se tornar realidade por mostrar, ano após ano, que é capaz de gerar resultados por aumentar a credibilidade e criar um vínculo mais forte e duradouro com o público. Nos EUA, empresas que utilizam o marketing de conteúdo obtiveram o dobro de leads em comparação com as que não utilizam, a um custo quase um terço menor. No Brasil, apenas as grandes companhias vem investindo em estratégias de conteúdo. As pequenas e médias empresas, justamente as que mais teriam a ganhar, ainda resistem em utilizá-la. A partir de um estudo realizado pela Newscred, reunimos abaixo 23 dados e estatísticas para ajudá-lo na sua decisão de incluir o content marketing em seu orçamento para 2015.

78% dos executivos de marketing consideram o conteúdo como o futuro do marketing;
79% das empresas estão adotando estratégias de conteúdo como forma de fortalecer suas marcas;
70% dos executivos de marketing consideram conteúdo mais efetivo que anúncios em revistas, mala direta, assessoria de imprensa e relações públicas;
92% dos profissionais de marketing B2B usam estratégias de marketing de conteúdo. No B2C são 82%;
Blogs geram 434% mais indexação de páginas e 97% mais indexação de links no Google;
37% dos executivos de marketing afirmam que o blog é o que mais agrega valor para o marketing;
Empresas cujos blogs são abastecidos diariamente geram cinco vezes mais tráfego para o site do que empresas que não possuem blogs;
Empresas com blogs ativos conseguem gerar 97% mais leads;
Conteúdo de qualidade aumenta engajamento e lealdade à marca;
Conteúdo interessante é uma das três principais razões pelas quais as pessoas seguem marcas nas redes sociais;
70% dos consumidores preferem conhecer marcas e empresas por meio de conteúdo do que em anúncios;
78% dos consumidores acreditam que empresas que produzem conteúdo de qualidade estão interessadas em estabelecer bom relacionamento com seu público;
68% dos consumidores gastam o seu tempo com conteúdo de marcas com as quais estão interessados;
60% dos consumidores passam a ter uma visão mais positiva da empresa após ler seu conteúdo no site;
58% dos consumidores acreditam em conteúdo editorial;
46% das pessoas afirmam que o layout do site é o critério número 1 para avaliar a credibilidade de uma empresa;
Posts com vídeos atraem 3 vezes mais links do que textos;
57% dos executivos de marketing B2B consideram SEO o maior gerador de leads e que a criação de conteúdo é a estratégia mais efetiva de SEO atualmente;
Possibilidade do consumidor avaliar e fazer resenhas dos produtos aumenta a taxa de conversão em 105%;
Consumidores que recebem e-mail marketing gastam 83% mais em suas compras;
Executivos de marketing investem 1/3 de seu orçamento em conteúdo;
54% dos executivos de marketing afirmam que aumentarão seu orçamento para conteúdo nos próximos 12 meses;
Para obter os mesmos resultados, o marketing de conteúdo necessita de investimento 62% menor do que em ações tradicionais de propaganda.

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Artigo publicado no iMasters.

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O que esperar de 2015 no marketing digital?

Imagem ilustrativa

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Todo final de ano, ficamos diante aos mesmos assuntos, entre eles quais as tendências para o próximo ano no marketing digital. Revistas especializadas, sites e blogs estão sempre, acertadamente, atrás desse tipo de matéria, afinal, muita coisa do que esperávamos ocorrer no ano que está acabando desejamos que ocorra no próximo. Este artigo não é um comparativo de erros ou acertos, muito menos uma crítica a quem publica, mas talvez seja uma crítica para quem é o gestor das empresas e agências que leem essas tendências e acham que isso é “bobeira”.

Não, não é! A comunicação tem mudado de forma avassaladora, e está na hora de acordar para isso! Recentemente, vi um vídeo da VP de Marketing da Heineken, Daniela Cachich, no qual ela diz que o consumidor não quer mais saber de onde vem a comunicação, mas o que vem. Estamos na era do conteúdo relevante, exclusivo e único. Se é pelo Facebook, Twitter, YouTube, site, e-mail marketing, não importa – o que vale agora não é mais o onde, e sim o como. Em 2012, o Marcelo Sant’iago já disse no evento Proxxima que as estratégias digitais são iguais, o que muda é o conteúdo. Mestre Sant’iago, obrigado por mudar a minha percepção de marketing digital para sempre.

O que tenho visto para 2015 é quase a mesma coisa que vi em 2014: BigData, Mobile, Mídia Programática, Internet das Coisas, Omnichannel, Conteúdo, Marketing em tempo real, CRM, imagens, TV se tornando segunda tela e Pessoas. Sim, pessoas são tendência, mas não deveriam ser o principal de qualquer estratégia? Bom, eu pelo menos acredito que qualquer grande estratégia de comunicação começa pelo entendimento das pessoas.

Recentemente, com a 9ª turma da Pós de Marketing Digital da FIT, fizemos um debate com os professores Paulo Ramos, Victor Vieira, Gabriel Aguilar, Rodrigo Gadelha, o ex-aluno, André Manduca e eu, claro, que, de mediador, passei a aprendiz com essas feras. Falamos de algumas dessas tendências e ainda juntamos o fato de o varejo on e off finalmente se falarem. Jogamos para os alunos e saiu muita discussão interessante. Todas as tendências ou estratégias acima citadas foram colocadas em discussão, e esta foi uma das coisas levadas em consideração: isso é realmente tendência? Pois as empresas mais antenadas pensam em tudo isso desde 2012/2013 mais ou menos.

Romeo Busarello, por exemplo, defende que é preciso estar atento, pois a cada dois anos tudo muda. Hoje, Parada Gay, Impressão 3D, Google Glass, Drones e geolocalização mudam o seu negócio, aliás, mudam muitos negócios – na verdade, mudam os negócios de quem está atento e enxerga essas tendências não como um post de um blog, mas algo para a sua vida profissional!

Não se apegue apenas às tendências, faça a lição de casa antes. Antes de pensar em 200 tendências de consumo, marketing ou mídia, pense nas pessoas. Apaixone-se por números, dados e estudos. Acredito que o BigData não seja tendência, ele precisa ser realidade no negócio, seja o negócio que for, o tamanho que for. Se não tem recursos para pesquisa, faça no SurveyMonkey; se não tem pesquisa do ComScore, busque artigos no Google, veja com amigos ou peça a veículos parceiros. O Google tem uma central de estudos enorme. A ESPM tem a Central de Cases. Há diversos livros sobre o mercado de marketing e comunicação que podem ajudar no pensamento estratégico das marcas, mas jamais se esqueça de algo que não é tendência, e sim realidade: apaixone-se por pessoas, faça com o Luiz Buono, e apaixone-se por histórias e aprenda com elas. Isso faz a diferença. O Facebook, o YouTube ou o E-mail Marketing são o meio, mas não o final, aliás, no digital, nunca há o final.

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Artigo publicado no iMasters.

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Mídia programática: por que investir?

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A mídia programática (maneira programada de comprar e vender mídia através de uma ferramenta) permanece em expansão, portanto vamos nos aprofundar em alguns pontos que merecem atenção. Vamos entender por que investir em mídia programática, que figura entre as ações de marketing automation, uma grande tendência atual. Então veja 5 motivos por que você deve se preparar para esse tipo de investimento.

1. Porque será inevitável

Um estudo do eMarketer aponta que a automação será responsável por aproximadamente 50% do mercado digital norte-americano em 2014. A expectativa é de que os investimentos atinjam até 63% dos gastos com anúncios display. Grande parte desse crescimento virá de canais móveis. A projeção é que o mobile ultrapasse o desktop já no início de 2015, contabilizando 56,2% das despesas totais de mídia programática. Veja seis previsões de mobile marketing para 2015, em que falamos sobre essa tendência.

2. Porque permite personalização em escala

Através da mídia programática é possível trabalhar anúncios com conteúdo individual e personalizado. O retargeting é uma das funcionalidades, que segmenta audiência, impactando apenas pessoas que já tiveram algum tipo de interação com a marca, como os usuários que colocam um produto no carrinho e o abandonam ou aqueles que apenas navegaram no site. O uso da mídia programática associada a uma boa estratégia de lyfe cicle marketing por e-mail pode garantir bons resultados de relacionamento antes e depois da venda.

3. Porque potencializa os investimentos

A compra de mídia programática pode ser realizada a partir de dois métodos: ofertas em tempo real – ou “real-time bidding” (RTB) – e compra direta. Hoje, o responsável pelo crescimento é o RTB – uma espécie de leilão em que a transação de anúncios display ocorre em tempo real. Por se tratar de um sistema automatizado, as ferramentas trabalham com precificação inteligente impressão por impressão, maximizando a eficiência dos investimentos, ou seja, comprando somente os espaços que realmente têm potencial de resultados.

4. Porque não é exclusividade da internet

A unificação da compra de mídia é um sonho para qualquer anunciante. Isso permite um maior controle sobre os espaços e investimentos, além da economia de tempo. A mídia programática era uma realidade apenas para aquisição de espaços na web. Mas MTV, Fox Sports, E!, Discovery e A&E já são algumas das grandes emissoras que começarão a vender anúncios no horário nobre por meio de soluções programáticas. Isso significa que estão abandonando o método tradicional de venda de mídia. No entanto a adoção dessa prática pela TV só acontecerá, por enquanto, na Austrália. É apenas uma questão de tempo até chegar a outros lugares do mundo e a outras mídias.

5. Porque você pode sair na frente

Segundo o IDC (International Data Corporation), o gasto com esse tipo de mídia no Brasil, em 2013, chegou a 9 milhões de dólares, o que representa um aumento de 150% em relação ao ano anterior. Para 2017, a expectativa é que esse gasto salte para 60 milhões. Ou seja, a compra programática no país ainda é incipiente se comparada a outros mercados. Pode ser a oportunidade de se estar à frente da concorrência ao usar essa tecnologia a favor da sua marca.

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Artigo de Suelen Giacomele, publicado no iMasters.

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Pessoas com conceitos desatualizados de SEO ainda acham que ele é realidade

SEO

SEO

Está na Internet, então é verdade.

A ruína da vida de todos os profissionais de marketing de busca é a informação velha ou incorreta dada aos clientes e na qual eles ainda se apegam. Este artigo foi inspirado por uma interação com colegas de trabalho de um cliente, pessoas que não estão pensando regularmente em SEO. Isso não é para derrubá-los, mas para chamar a atenção de todos que há uma necessidade contínua para a educação.

E também não se trata só dos clientes. Trata-se de amigos, pais e parceiros. Alguém ainda se perguntou se eles fazem anúncios pop-up quando tentam explicar o que fazem? (Só eu?)

Ao fazer a pesquisa para este artigo, notei que existe uma tonelada de equívocos SEO por aí, e as pessoas estão falando sobre eles regularmente, mas muitos estão relacionados ao content marketing ou marketing online em geral. Não estou abrangendo todos os equívocos, mas esses conceitos parecem estar presos à ideia do SEO e não vão deixá-la. Por isso, vou fornecer recursos para ajudar a educar as pessoas que acreditam nesses equívocos e soluções alternativas para que você possa dar a elas.

Colocar o texto atrás de uma imagem

A inspiração. O cliente está lutando pelo equilíbrio entre as receitas e o conteúdo da página. Agora tem uma imagem grande na página e sugerimos a edição dela para adicionar o conteúdo sobre o produto. Foi perguntado se poderíamos simplesmente jogar o conteúdo para trás da imagem e resolver ambos os problemas.

Meu cliente entrou em cena e respondeu à pergunta maravilhosamente, mas isso trouxe à mente quantas vezes eu já vi atributos alt text lotados de conteúdo em uma tag noscript que não coincide com o que está no Flash.

Recursos adicionais

Um guia completo para texto oculto.

Solução alternativa

Neste caso, é recomendável colocar um texto abaixo da dobra para os usuários que queriam as informações e manter a imagem atual para usuários que estão voltando. Alcance um equilíbrio que satisfaça as necessidades do usuário e os objetivos de negócio.

Copiando as ações de um concorrente

Isso não é tão óbvio como esconder o texto, mas é algo que as empresas se recusam a parar de fazer. É o conceito de que se um concorrente está fazendo alguma coisa deve valer a pena fazer. Isso vale tanto para concorrentes em posições altas do ranking de um negócio, como para aqueles de nível mais baixo. Nós todos temos aqueles concorrentes que queremos “vencer” e, por vezes, que nos levam a fazer coisas que não são totalmente pesquisadas e planejadas.

A amazon.com é o meu maior incômodo. Eu não consigo enumerar quantas vezes eu já ouvi “mas a Amazon faz isso” de grandes marcas em que outras empresas se espelham. A Amazon, como a maioria das grandes empresas, testa muitas coisas e tem uma pessoa diferente por trás de cada um desses testes. Se você trabalha para uma grande empresa, então entende o que quero dizer.

Recursos adicionais

Pare de copiar seus concorrentes, eles também não sabem o que estão fazendo.

Solução alternativa

Todo mundo está em busca dos melhores resultados, de conquistar novos clientes, reter os atuais e fazer as outras partes interessadas felizes. A maneira como você supera a concorrência é ouvindo as suas partes interessadas (compradores, clientes, parceiros, colaboradores, investidores) e tomando decisões com base em seu feedback, bem como no que está acontecendo no mercado.

Elevado número de links = ranking

Essa informação foi desmascarada tantas vezes que a minha cabeça até roda. Isso não muda a quantidade de pessoas que ainda pensa que o número total de links (como relatado por uma ferramenta de terceiros, como Moz, Majestic ou AHREFs) é o único fator no ranking. Quer se sair melhor em SERPs? Bem, é preciso contratar alguém para construir alguns links! Vou deixar uma captura de tela aqui (Pesquisa: “insurance”) e, em seguida, nós vamos entrar nos recursos e nas soluções para quando você tiver que enfrentar isso.

Recurso adicionais

Fatores de Ranking de Busca do Moz.

Solução alternativa

Esta é mais uma “solução adicional”, já que os links e as menções ainda são muito importantes, mas, como visto acima, estão longe de ser o único fator no ranking. É melhor explicar os diferentes fatores de classificação, como relevância do conteúdo para a consulta, alguns dados sociais, a consulta requer frescor, localização, notícias, personalização e todas as coisas que podem impactar o ranking. Concentre-se em uma estratégia de marketing que irá não só resultar em links, mas também enviar novos clientes através deles e envolver os clientes fiéis ao longo da vida.

Uma perda no tráfego significa que você foi penalizado

Os dois próximos estão focados na questão das penalidades. Muitas pessoas têm medo de ser penalizadas. Eu acho que isso vai voltar para os dias dos vermelhos no seu histórico escolar. Isso ou as pessoas estão preocupadas com a perda de receita.

A mídia se envolve com o SEO quando existe uma penalidade, e é isso que a maioria das pessoas ouve falar. Tipos de situações FTD e Overstock. Em seguida, ocorre uma catástrofe e a receita cai inesperadamente. Depois de algumas pesquisas, eles acham que o tráfego do site está caindo. Isso combinado com o fato de que os proprietários de negócios terem, pelo menos uma vez a cada trimestre (em um bom ano), empresas insignificantes de SEO lhes dizendo que podem ajudá-los com SEO, prometendo a lua e alertas sobre penalidades.

A única conclusão lógica é uma penalidade! Todos nós já vimos isso, e as agências de gasodutos mais conceituadas estão cheias de leads de empresas exatamente nessa situação. A coisa é que nunca sabemos se existe uma penalidade, a menos que a gente mergulhe na situação, mas já vi momentos em que não houve nenhuma penalidade.

Muitas coisas poderiam ter acontecido, incluindo:

  • Um desenvolvedor adicionar uma tag noindex a uma seção do site quando o que ele queria era adicioná-la a uma página ou rejeitar essa seção.
  • O site foi redesenhado com mudanças de URL que podem diminuir o tráfego vindo de muitos sites se não for feito corretamente.
  • Tráfego de PPC interrompido devido a um cartão corporativo expirar e não ser atualizado.

 

Recursos adicionais

Guia para as penalidades mais comuns de SEO e como se recuperar a partir delas.

Solução alternativa

Em vez de pagar a primeira pessoa que vai te chamar de volta, primeiro dê uma olhada em qual parte do site perdeu tráfego e de onde ele estava vindo nos últimos meses. Você perdeu tráfego de busca orgânica, busca paga, tráfego de referência, ou mídia social? Tente estreitar o que aconteceu e descobrir alguma coisa a partir aí. Se tiver certeza de que foi a busca orgânica, veja a data e pergunte aos seus desenvolvedores se alguma coisa mudou no site. Se nada tiver acontecido, verifique o Google Webmaster Tools para todas as mensagens sobre uma penalidade do Google. Caso tenha certeza de que é uma busca orgânica e não houver mensagens, isso é um bom momento para entrar em contato com uma agência conceituada.

O conteúdo duplicado pode incorrer em uma penalidade

Eu dei uma palestra sobre esse tema há alguns anos no PubCon. Muitas pessoas não tiram um tempo para entender qual é o conteúdo duplicado e como é possível corrigi-lo. Mais importante, existe um mal entendido de que o conteúdo duplicado pode causar uma penalidade.

A maioria dos clientes assume que ter conteúdo duplicado vai incorrer na ira dos “deuses do mecanismo de busca”, e isso simplesmente não é verdade (em sua maior parte; mas se todo o seu site é uma cópia de um site de outra pessoa…). O conteúdo duplicado é um obstáculo para o desempenho do site na maioria das vezes, mas provavelmente não é a causa para uma queda substancial no tráfego, e definitivamente não é uma penalidade dos mecanismos de busca.

Recursos adicionais

Diretrizes do Google para conteúdo duplicado.

Solução alternativa

Não se preocupe. Reserve um tempo para visitar o Webmaster Tools regularmente e confira suas tags title duplicadas e as meta descrições para um olhar simples sobre o que pode estar causando o conteúdo duplicado ou empatando as questões em seu site. A manutenção é sempre o melhor remédio!

Uma chamada para educar

Algumas vezes nós vivemos em uma bolha na qual pensamos que as pessoas sabem de tudo o que fazemos e presumimos que a informação concedida é igual. Se alguém te perguntasse como criar uma Declaração de P&L (Profits & Losses), você conseguiria responder? Talvez sim, talvez não, mas você entendeu o que eu quis dizer. Quando estiver em casa, aproveite o tempo para responder a perguntas, seja de clientes ou colegas. Você vai se surpreender com o tanto que você pode aprender ensinando os outros.

 

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Artigo de Kate Morris publicado originalmente no iMasters.

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Três elementos da consistência em content marketing: estratégia, storytelling e personas

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Content marketing

Content marketing não é uma questão de ferramenta. É uma questão de estratégia. Foi esse o recado que procurei transmitir na abertura do Content Marketing Brasil 2014. Vivemos hoje no Brasil algo que era discutido nos Estados Unidos em 2012: será que Facebook funciona mais do que blog? É verdade que vídeo fortalece a marca mais do que Twitter? E-mail ainda funciona? E por aí vai…

A discussão sobre comunicação por múltiplos canais é bem-vinda em nosso mercado, que finalmente começa a abandonar a monocultura do Facebook. Mas é improdutiva, se focarmos apenas nos canais e não nos alicerces da comunicação de uma marca. Especialmente porque a plataforma que funciona bem para uma marca não necessariamente funciona para outra.

Baseado nos conceitos amplamente discutidos nas últimas duas edições do Content Marketing World, nos Estados Unidos, eu apontaria três pilares para um bom plano de content marketing:

1. Estratégia

Nada substitui a estratégia. Você, na condição de gestor de comunicação, precisa tomar decisões que norteiem o conteúdo para a geração de resultados alinhados aos objetivos da sua marca, e não apenas da área de comunicação. Observe a prévia da edição deste ano da pesquisa Benchmarks, Budgets And Trends, realizada anualmente pelo Content Marketing Institute, de Cleveland (EUA). Entre as empresas eficazes na prática de content marketing, apenas 3% abrem mão de uma estratégia. Entre as ineficazes, o percentual é de 44%. E mais: as empresas eficazes acompanham de perto a execução do plano estratégico.

2. Personas

Como você espera fazer conteúdo adequado ao seu público se não souber com precisão seus interesses e necessidades de quem lê, assiste ou ouve o que você produz? Em vez de despejar conteúdo e observar o que funciona melhor, experimente entrevistar alguns de seus leitores, ouvintes, espectadores, seguidores. Você entenderá melhor o que o público espera e, ainda, descobrirá aspectos que os gráficos de Analytics são incapazes de apontar. Depois, crie um personagem que represente esse público. Pronto, você terá uma persona. Aliás, fizemos um vídeo de 1’30” que explica bem esse conceito.

3. Storytelling

O volume de informações despejados na internet é enorme e concorre com todo tipo de publicação: de outras empresas, de outros mercados, da mídia convencional e, principalmente, dos amigos e parentes do seu público. Você precisa, então, ser relevante. Para se destacar, aplique storytelling à missão da sua marca e aos pedaços de conteúdo que publica.

Depois de estabelecer esses alicerces, você terá condições de produzir um conteúdo consistente, que transmita uma mensagem única, capaz de posicionar a marca. Só nessa etapa você deverá pensar nas táticas de distribuição de conteúdo. Isso vai acontecer naturalmente. E, quando acontecer, saiba que as táticas mais populares ― como site e redes sociais ― não são as mais eficazes. Segundo a mesma pesquisa do CMI, em 2014 as que mais geram resultados são: eventos presenciais, eventos online (como webinars) e vídeos.

Estratégia é o nome do jogo. E é exatamente por isso que assessores de imprensa são os profissionais mais aptos a ocupar o mercado de content marketing no Brasil.

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Artigo de Cássio Politi, publicado originalmente no iMasters.

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