As 30 cidades brasileiras que mais gastaram com e-commerce em 2014

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E-commerce

Os consumidores de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte foram os que mais compraram em lojas virtuais em 2014, segundo estudo da consultoria Converse, especializada em SEO para negócios digitais. O paulistanos gastaram pouco mais de R$ 6,2 bilhões no ano passado com 23 milhões de pedidos online. Já os cariocas foram responsáveis por R$ 4,3 bilhões em transações pela Internet. E os mineiros de Belo Horizonte gastaram R$ 2,5 bilhões.

Segundo levantamento da Conversion, o e-commerce nacional movimentou em 2014 cerca de R$ 43 bilhões, crescimento de 26% em relação a 2013, quando o volume de negócios atingiu R$ 34 bilhões.

Embora a economia brasileira tenha registrado baixos índices de crescimento, o ecommerce comemora a plena expansão. Apenas as três capitais do topo da lista somaram quase R$ 13 bilhões em negócios online.

“Nenhum setor da economia traz resultados tão significativos quanto o varejo virtual”, comenta Diego Ivo, CEO da Conversion.  “O País vive um momento de grande maturidade no modelo de negócios dos varejistas na internet e os consumidores demonstram um grau de confiança cada vez maior em realizar transações online”.

Confira abaixo a lista das cidades, segundo dados da Conversion

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26% das transações online são realizadas via dispositivos móveis

Imagem ilustrativa

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Pela primeira vez, o Índice Global de Pagamentos Móveis colocou o mobile como responsável por mais de um quarto do total das transações online no mundo. O relatório, produzido pela Adyen e publicado a cada trimestre desde julho de 2013, mostrou que 25,8% dos pagamentos na web foram realizados via dispositivos móveis durante o último trimestre do ano passado.

Em relação ao terceiro trimestre de 2014, foi observado um crescimento de 11% na participação do mobile, e 37% maior que o mesmo período em 2013 (18,8%).

Impulsionado pelas festas de fim de ano, dezembro foi responsável pelo maior índice de pagamentos, com 26,6%. Novembro, mês de Black Friday e Cyber Monday, também foi importante para as transações móveis, que tiveram participação de 26,1%.

O iPad foi o gadget preferido dos consumidores para concluir compras, com 34% sobre o total de vendas em dispositivos móveis. Na segunda posição ficou o iPhone, com 32,3%, seguido pelos aparelhos com sistema Android, com 25,3%. No último trimestre de 2013, o cenário era bastante diferente: 40% das transações móveis foram realizadas no iPad, 32% no iPhone e apenas 20% no Android.

A pesquisa acompanha a ascensão do papel dos smartphones nas compras. Trimestre após trimestre, os dispositivos vêm conquistando o espaço dos tablets. No último trimestre, 58% das transações foram realizadas pelos celulares, contra 42% nos tablets. Em 2013, foram registradas 53% em smartphones e 47% nos tablets. Entretanto, o volume de transações nos tablets continua crescendo no geral, com 10,8%, contra 10% no terceiro trimestre de 2014.

Os smartphones foram responsáveis por cerca de 20% de todas as transações online na compra de bens digitais, enquanto os tablets representaram somente 7%. Ocorre um movimento contrário com bens físicos, em que os smartphones respondem por menos de 10% das compras de varejo, e tablets despontam com 19%.

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Notícia publicada no iMasters.

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Campanhas de Natal: ainda dá tempo!

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Mãos à obra que ainda dá tempo de colocar sua campanha no ar!

Ho ho ho! O Natal está chegando! Segundo o e-Bit, esta é a data que mais movimenta o comércio eletrônico. Pessoas com listas de presentes cada vez maiores e tempo cada vez mais curto desejam aliar a praticidade e a economia à experiência de compra. Com tantas oportunidades, você já tem sua estratégia de e-mail marketing para conseguir aumentar as vendas e fazer da sua loja um sucesso neste Natal, certo?

Ainda não?

Calma, vamos te ajudar.

Primeiramente, vamos a algumas datas-chave para o envio das mensagens. Programe-se:

  • Datas próximas à primeira parcela do 13º salário. A primeira parcela deve cair na conta dos trabalhadores até o dia 30 de novembro. Ou seja, estamos muito perto já! Com esse dinheiro extra em mãos, os consumidores se sentem mais engajados para comprar e antecipar suas compras. Um bom argumento para enviar esta mensagem seria: “Antecipe suas compras de Natal e fuja da correria. Receba seus presentes no conforto da sua casa”.
  • Primeiros dias de dezembro. Neste instante, todos já estão pensando nas compras de Natal. Aproveite para enviar para oferecer praticidade, com o argumento de que ele não precisa enfrentar lojas e shoppings lotados.
  • Até sete dias antes do Natal. Essa é a hora de pegar quem deixa tudo para a última hora. Essa campanha pode ter um apelo “não deixe ninguém sem presente, compre aqui, entrega garantida até o Natal”. Mas atenção: apenas garanta a entrega até a data do Natal se puder cumprir o prazo. Nada mais decepcionante para o cliente se ele estiver confiante no seu prazo e ele não se cumprir.

 

Depois de estabelecermos as datas, vamos a algumas outras “sacadas” para fazer aquela campanha super vendedora:

Segmente sua base: sim, a gente sempre insiste nesse ponto, mas acreditem, segmentar é sucesso garantido! Aproveite o histórico das compras realizadas pelos usuários de sua base de e-mails, formada ao longo do ano. Aí, segmente os envios das campanhas de acordo com o padrão de comportamento demonstrado em datas anteriores pelos clientes. Por exemplo: seu cliente comprou muitos livros. Prepare um e-mail marketing com dicas de livros e de séries ou filmes baseados em livros!

 

Reveja as campanhas de e-mail do ano anterior. Se sua empresa já fez outras campanhas, reexamine-as e liste:

  • O que funcionou e o que não deu certo?
  • Qual indicador-chave de desempenho foi adotado?
  • Sua taxa de cancelamento de assinatura aumentou como consequência de envio de mensagens com maior frequência neste período?
  • Qual peça foi mais eficaz?
  • Quais ofertas tiveram os melhores retornos?
  • Houve aumento de reclamações pelo conteúdo ter uma natureza muito promocional?

 

Essa avaliação é importante para ajudar a traçar as estratégias para este ano, não cometer os mesmos erros e criar uma campanha altamente relevante para o cliente.

Promoções exclusivas para o Natal: Todo mundo ama promoção e descontos, eles são uma das melhores maneiras de atrair tráfego para o seu site, fomentar as vendas e até mesmo aumentar o ticket médio delas no período. Se as promoções forem boas, elas vão viralizar e poderão atrair mais clientes.

Aproveitem as dicas e tenham um Natal bem cheio de novas conversões!

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O design responsivo elimina a necessidade de um app?

Design responsivo

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Enquanto alguns usuários se beneficiam dos aplicativos, muitos podem encontrar na construção do site com design responsivo uma forma eficiente para servir seus clientes em smartphones e tablets.

Não é segredo pra ninguém que só se fala em mobile. De acordo com a Forrester Research Inc., 29% das vendas online deste ano (com exceção de comida e viagem) serão feitas a partir de um smartphone ou tablet. O mercado não pode ignorar esses números. O tempo para capitalizar no m-commerce é agora.

Para as empresas de hoje, a questão não é se elas vão abraçar o mobile, e sim como farão isso. É natural assumir que os aplicativos são necessários para alcançar a audiência mobile. De fato, há alguns anos, os apps de mídia prometiam a melhor experiência mobile para os usuários. Recentemente, porém, o advento do design responsivo e outras tecnologias avançadas de web mudaram o jogo do mobile. Hoje, apps podem não ser necessariamente a melhor opção para criar a experiência top no mobile.

Apps possuem algumas limitações. Por exemplo, eles podem geralmente criar barreiras para as vendas porque requerem download, o que implica um passo a mais para o consumidor em potencial. Compradores casuais podem não querer se comprometer tanto a ponto de baixar o aplicativo, especialmente se eles estão à procura de um item em particular e não se importam com o local onde vão encontrá-lo. Os apps para mobile podem funcionar bem para aqueles clientes recorrentes e fiéis à marca que só compram em determinados locais.

Além disso, a manutenção do aplicativo pode ser um problema. Com as múltiplas plataformas e sistemas operacionais a considerar, produzir um app que seja útil para a massa, na verdade, requer desenvolver algumas versões diferentes do app para atender a várias necessidades tecnológicas. Isso significa mais investimento em tempo e recursos, não apenas durante o desenvolvimento inicial do app, mas toda vez que ele precisa ser atualizado. Uma alternativa é optar pelo design responsivo no site para direcionar as necessidades mobile, o que significa que as empresas podem colocar o tempo e recursos em um website e ter a garantia de que todas as atualizações vão refletir instantaneamente nos dispositivos e plataformas.

Com as opções tecnológicas disponíveis hoje, a maioria das companhias pensa duas vezes em investir em desenvolvimento de aplicativos. Porém, existem exceções. Grandes varejistas como a Amazon são beneficiados com os aplicativos por conta da quantidade e da diversidade de produtos em suas lojas. Para marcas que oferecem muito conteúdo, como blogs, vídeos e indústria de notícias, como parte de sua experiência online, também pode valer a pena manter um app.

Para a maioria das empresas, melhorar a experiência do cliente é reduzir as dificuldades no fluxo de compra e, para muitos consumidores, baixar um app é um obstáculo. Não há dúvida de que o mobile é uma preocupação importante hoje no varejo online. O boom dos aplicativos é compreensível, mas eles nem sempre podem ser a melhor opção para alguns varejistas que precisam oferecer um nível alto de experiência aos seus clientes.

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Artigo de Rory Dennis, publicado originalmente no iMasters.

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