Mobile commerce: realidade ou ficção?

 

Mobile commerce

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Se o mundo já deu espaço para o mobile, o Brasil não fica atrás. Com mais de 72 milhões de brasileiros acessando a Internet via dispositivos móveis, o País já se posiciona como quinto maior em relevância no mercado mobile, segundo a Adyen, empresa especializada em pagamento móvel.

O cenário é bastante favorável: operadoras de telefonia móvel passaram a oferecer planos de Internet mais baratos, o acesso gratuito a Wi-Fi está se expandindo e o desenvolvimento de tecnologia mobile e aplicativos se propaga entre os varejistas (tanto pequenos, como de grande porte).

Para se ter uma ideia, somente entre os meses de abril e junho de 2014, foram vendidos 100 smartphones por minuto – números que prometem crescer até o final do ano -, quando o mobile deve representar 10% das transações de todo o e-commerce brasileiro, de acordo com o E-Bit.

Entre os usos mais comuns desse novo consumidor está a busca por informação sobre produtos e serviços de comércio eletrônico. De acordo com os dados do Ibope, essas pesquisas ocorrem em 65% dos casos via smartphone e 34% nos tablets.

Que o mobile cresce com força entre os consumidores brasileiros não restam dúvidas. Mas, afinal, como os players do e-commerce e os varejistas estão se preparando para atender a essa demanda?

A Livraria Cultura, um dos maiores varejistas on e offline do País, lançou seu primeiro aplicativo para iPhone em 2008, com o objetivo de “experimentar” novas funcionalidades e recursos oferecidos pelo mobile. E eles já comemoram os resultados.

“A evolução do acesso e das vendas com o desenvolvimento de estratégias mobile tem sido altamente expressiva. Somente em 2014 já crescemos 70% em acesso e 85% em vendas, melhorando significativamente a conversão e alcançando um ticket médio de R$ 102”, explica Jonas Antônio Ferreira, Diretor de Negócios Digitais da Livraria Cultura.

Outro varejista que observa bons retornos em mobile é a Netshoes. O e-commerce de artigos esportivos começou a investir em estratégias mobile em 2011, depois de perceber o crescimento das compras feitas a partir de dispositivos móveis.

“Os acessos por celulares e tablets cresciam mês a mês. Foi então que percebemos que seria necessário desenvolver um site responsivo e mais tarde os aplicativos Netshoes Click e Netshoes App”, conta Marcel Albuquerque, gerente de marketing mobile da Netshoes.

Com os aplicativos, a Netshoes passou a permitir a busca, no ambiente mobile, por meio da foto do produto e a exibição de lista personalizada de itens baseada nas recomendações e na navegação do usuário.

“Hoje mais de 10% do total de visitantes mensais da Netshoes acessam a loja virtual via mobile. Considerando o site mobile e os aplicativos disponíveis, a participação mobile nas vendas é pouco mais que o dobro em relação ao ano passado (2013)”, acrescenta Marcel.

Aproveitar a oportunidade de estar com o cliente 24 horas por dia, 7 dias por semana é a dica de Andrea Scarano, diretor de operações da Privalia. O e-commerce, conhecido também como um outlet fashion online, já tem 50% de suas vendas realizadas por dispositivos móveis.

“O que é realmente relevante é como comunicar e engajar o usuário através desse novo canal. O cliente tem que sentir que a marca está oferecendo a ele algum diferencial e que vale a pena baixar o aplicativo da marca, por exemplo”, diz.

Apesar dos resultados satisfatórios, os desafios de investimento em mobile são grandes. Isso porque otimizar a experiência de compra para os consumidores que usam dispositivos móveis vai muito além da mera adaptação do desktop e requer tempo e equipes especializadas.

Pablo Canano, diretor da Profite, empresa de serviços de estratégia para e-commerce, explica que um projeto mobile demanda muitas horas de desenvolvimento front-end e exige grande esforço de testes com múltiplas variáveis de ambientes, como a largura da tela, o sistema operacional e o navegador.

Os tipos de investimento em mobile marketing também variam de e-commerce para e-commerce. Push notifications, por exemplo, servem para empresas de recompra alta, que têm um público fiel e recorrente. QR Codes e SMS funcionam em menor escala e são ótimas ferramentas para informação, mas não para conversão.

No geral, o e-mail marketing ainda é o melhor canal em termos de conversão, mas depende cada vez mais da personalização do público. “Não dá mais para mandar um e-mail para toda a base, nem dividi-la apenas por gênero”, explica Leo Cid Ferreira, CEO da empresa de marketing digital Ad Dialetto.

Aplicativo ou site responsivo?
Uma das dúvidas mais recorrentes entre os varejistas é: devo investir no desenvolvimento de um aplicativo para mobile ou oferecer um site responsivo que também se adapta ao desktop de meu cliente? Para Canano, não existe uma resposta, o que importa é o “mobile moment” do cliente.

“A pergunta-chave não é se devo investir em mobile ou desktop, mas sim: como meu público acessa o conteúdo? Em movimento, na rua, em casa deitado na cama, ou sentado no escritório durante o horário de almoço?”, diz.

E quem pensa que o consumidor tende a acessar mais um site quando está em movimento ou em “trânsito” pode se surpreender. De acordo com uma pesquisa do Google e da Nielsen realizada em 2013, 77% das buscas mobile acontecem em casa ou no trabalho (curiosamente, onde as pessoas têm mais acesso ao desktop).

É o caso dos consumidores da Dafiti, varejista de calçados e moda. Segundo Malte Huffman, cofundador e MD da empresa, a combinação entre as push notifications no aplicativo da Dafiti e as propagandas de TV renderam bons resultados.

“Essas ações conjuntas e seus bons resultados reforçaram nossa teoria de que cada vez mais as pessoas usam seus telefones e tablets como uma second screen adicional à TV”, diz Huffman.

Além disso, uma dica importante é utilizar os dois canais de acordo com suas finalidades. Os sites, por exemplo, podem ter características que apontam mais para a busca do consumidor, enquanto que os aplicativos podem servir como ferramenta de relacionamento do cliente com a marca, informa Terence Reis, sócio da Pontomobi, empresa especializada em mobile marketing e advertising.

“Tanto site como aplicativo são containers de conteúdo e serviços usados para vendas e comunicação com o público-alvo. Os dois se aproximam de forma progressiva e tecnológica: os sites tendem a ser mais interativos e com mais recursos offline, e os apps mais abertos”, explica Terence.

Seja uma compra por impulso ou planejada, vale a pena traçar estratégias de venda e de marketing para atender esse consumidor. “A tendência é que tenhamos um pensamento ‘mobile first’ e rompamos com a forma tradicional de se pensar funcionalidade para web.

Precisamos aproveitar mais informações de localidade, mobilidade e principalmente as diversas formas como interagimos com a tela”, acrescenta Jonas Ferreira, da Livraria Cultura.

Ainda não se convenceu? Que tal fazer uma pesquisa de mercado para saber como estão os investimentos em mobile dos concorrentes? Se eles já entraram nessa onda, é bom repensar as prioridades para 2015 e descobrir quais são as preferências de compra do seu consumidor nesse canal.

Para quem já começou essa empreitada, alinhar estratégias de mobile, redes sociais e o desenvolvimento de aplicativos também são boas dicas para aumentar a fidelização dos clientes.

“Quem é o consumidor mobile?”

  • ⅓ dos donos de smartphones pertence à classe C;
  • 22% das buscas via mobile acontecem entre 20h e 00h;
  • 83% fazem buscas mobile em casa, 76% no trabalho e 76% em trânsito;
  • 15% acessam conteúdo de entretenimento, 7% informações sobre alimentos;
  • 62% afirmam que o mobile é mais conveniente para buscas, e 53% afirmam que é mais rápido;
  • 28% das buscas mobile resultam em algum tipo de conversão (visita à loja física, ligação telefônica ou finalização da compra);
  • 59% dos entrevistados acham úteis os anúncios feitos para mobile;
  • 40% dos entrevistados que fazem buscas via mobile são motivados por algo de seu interesse, e 28% pesquisaram para compras futuras;
  • 58% das buscas foram feitas em navegadores e 38% em aplicativos.

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Artigo publicado no iMasters.

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26% das transações online são realizadas via dispositivos móveis

Imagem ilustrativa

Imagem ilustrativa

Pela primeira vez, o Índice Global de Pagamentos Móveis colocou o mobile como responsável por mais de um quarto do total das transações online no mundo. O relatório, produzido pela Adyen e publicado a cada trimestre desde julho de 2013, mostrou que 25,8% dos pagamentos na web foram realizados via dispositivos móveis durante o último trimestre do ano passado.

Em relação ao terceiro trimestre de 2014, foi observado um crescimento de 11% na participação do mobile, e 37% maior que o mesmo período em 2013 (18,8%).

Impulsionado pelas festas de fim de ano, dezembro foi responsável pelo maior índice de pagamentos, com 26,6%. Novembro, mês de Black Friday e Cyber Monday, também foi importante para as transações móveis, que tiveram participação de 26,1%.

O iPad foi o gadget preferido dos consumidores para concluir compras, com 34% sobre o total de vendas em dispositivos móveis. Na segunda posição ficou o iPhone, com 32,3%, seguido pelos aparelhos com sistema Android, com 25,3%. No último trimestre de 2013, o cenário era bastante diferente: 40% das transações móveis foram realizadas no iPad, 32% no iPhone e apenas 20% no Android.

A pesquisa acompanha a ascensão do papel dos smartphones nas compras. Trimestre após trimestre, os dispositivos vêm conquistando o espaço dos tablets. No último trimestre, 58% das transações foram realizadas pelos celulares, contra 42% nos tablets. Em 2013, foram registradas 53% em smartphones e 47% nos tablets. Entretanto, o volume de transações nos tablets continua crescendo no geral, com 10,8%, contra 10% no terceiro trimestre de 2014.

Os smartphones foram responsáveis por cerca de 20% de todas as transações online na compra de bens digitais, enquanto os tablets representaram somente 7%. Ocorre um movimento contrário com bens físicos, em que os smartphones respondem por menos de 10% das compras de varejo, e tablets despontam com 19%.

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Notícia publicada no iMasters.

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Otimizando campanhas de e-mail marketing para mobile

e-mail marketing para mobile

Modelo de mensagem de e-mail marketing para mobile

No final de 2013, a abertura de e-mails em dispositivos móveis (tablets e smartphones) atingiu a impressionante marca de 51%, de acordo com estudo da Litmus. Segundo pesquisa da Return Path, cerca de 25% dos usuários de internet no Brasil preferem ler e-mails pelo celular ou pelo tablet.

A necessidade de mobilidade faz com que as pessoas utilizem cada vez mais esses dispositivos, deixando desktops e notebooks de lado. A tendência é que esse número continue crescendo, tanto pela melhoria e barateamento da internet móvel, maior oferta de wifi e maior aquisição de smartphones pela população.

É imprescindível, portanto, que sua campanha de e-mail marketing esteja preparada para ser aberta no mobile, assim como nos outros dispositivos. Algumas dicas simples ajudarão sua campanha a abrir sem problemas em tablets e celulares e a ter altas taxas de abertura e conversão:

  • A primeira delas é pensar num layout com HTML responsivo, que se adapte às várias resoluções de tela: desde o smartphone com tela menor ao desktop com uma altíssima resolução, seu e-mail deve abrir, e bem, em todos. Para tal, crie peças de coluna única, que não ultrapasse os 350 pixels de largura.
  • Além de responsivos, os layouts também devem ser simples e leves. Muitos celulares bloqueiam as imagens, assim como os clientes de e-mail, portanto não construa sua mensagem apenas com elas.
  • Faça seus textos de modo conciso e direto. Ao acessar conteúdos via aparelhos mobile, é bem provável que o usuário esteja com pressa, e lerá rapidamente as mensagens. Quanto menor o seu texto, maiores as chances de ser lido.
  • Na linha de “assunto”, seja ainda mais curto e objetivo: não ultrapasse 50 caracteres. Essa recomendação é válida para todas as campanhas de e-mail marketing.
  • Tem call-to-action? Deixe em destaque, assim como qualquer outro botão. A recomendação de empresas, como a Apple, é de que esses botões tenham pelo menos 30 pixels.
  • Apensar da maioria dos smartphones e tablets ajustarem automaticamente a fonte para se ajustar à tela, é melhor fixar um padrão entre 14pt e 22pt: fontes pequenas demais são impossíveis de ler no celular e fontes grandes demais estragam o layout.
  • Antes de enviar, teste em vários aparelhos, em sistemas operacionais diferentes.
  • Use a interatividade! Esses gadgets permitem criações interativas e criativas, que podem garantir o engajamento do público e sucesso de receptividade.

Um e-mail marketing mal formatado pode gerar descadastros ou simplesmente não serão lidos depois, segundo estatísticas da Kissmetrics: 89% apagam a mensagem na hora e 27% pedem exclusão da lista. Dados nada bons e, como a tendência de abertura de e-mails via dispositivos mobile tende a aumentar, esteja atento a possíveis variações de números de descadastros e aberturas na sua lista de contatos. Portanto, mãos à obra e otimize suas campanhas para mobile!

Referências

https://litmus.com/blog/email-client-market-share-where-people-opened-in-2013
http://blog.kissmetrics.com/email-marketing-is-changing/

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iOS 7 o novo sistema mobile da Apple

Novo iOS 7

Novo iOS 7 – imagem: Apple.com

Nesta segunda, dia 10 de Junho, a Apple realizou um novo evento do WWDC, onde a empresa anunciou seus grandes lançamentos. O evento contou com o anúncio do novo Macbook Air, Mac Pro, iTunes Radio, OS X Mavericks, e o grande destaque do evento o iOS 7.

Primeiras impressões sobre o iOS 7

httpv://www.youtube.com/watch?v=T1QRvrBHACI

O novo sistema que integra os aparelhos mobile da Apple, está sendo chamado de a maior mudança no sistema desde o primeiro lançamento. O iOS7 agora vem com um visual completamente minimalista, algo que para alguns expectadores aparentou um pouco infantil, e até de certa forma, pejorativo ao aparelho.

Não só a aparências se resumiu as mudanças no sistema iOS 7. Ele também conta com novas funcionalidades como:

Central de controle

Central de Controle

Fonte: apple.com

Agora ao tocar na parte inferior do aparelho se torna possível ativar e desativar itens como wi-fi, Bluetooth, brilho da tela entre outros.

Central de notificações

Central de notificações.

Fonte: Techtudo.com.br

As suas notificações foram separadas em notificações de hoje, todas e apenas perdidas e podem ser acessadas mesmo com a tela bloqueada.

Aplicativo de tempo

Aplicativo de tempo

Fonte: apple.com

O aplicativo foi atualizado com um novo visual e nova forma de navegação.

Novo Safari

O navegador foi completamente reformulado de forma a parecer com outro programa. Entre os destaques estão a aparição dos favoritos com ícones grandes ao tocar na barra de endereços e a nova apresentação das abas que agora se mostram em 3D.

SpotLight

A busca do iPhone agora pode ser acessado de qualquer tela ativa, basta tocar no meio da tela e arrastar para baixo para ativar a função.

Bloqueio de tela

Tela de Bloqueio iOS 7

Fonte: techtudo.com.br

Uma das grandes evoluções do novo sistema é a tela de bloqueio. Ela agora traz o acesso a notificações e central de controle sem a necessidade de desbloquear o aparelho.

Multitarefas

Tela de Multi-tarefas

Fonte: Apple.com

A nova interface de escolha de aplicativos ficou muito mais atraente e fácil de mexer. Agora ela exibe prévias do conteúdo, semelhante a estrutura do Windows phone e Android.

Segurança:

O sistema agora pergunta se outro dispositivo que se conectou ao aparelho é confiável, evitando acessos indevidos aos dados do dispositivo.

Conclusão

O IOS 7 ainda está na fase beta para desenvolvedores, mas já mostra grandes mudanças no sistema. Seu lançamento ainda não foi anunciado e algumas modificações podem aparecer até sua versão final. A nova versão será utilizada também em aparelhos mais antigos, são eles iPhones a partir da versão 4 e iPads a partir da versão 2. Estes porém não terão todos os recursos do novo sistema habilitados. Possivelmente por incompatibilidade.

Referências

DialHost possui estrutura com servidores prontos para hospedar seu site ou aplicativo web.

Felipe Moraes
Felipe Moraes

Gerente de desenvolvimento na DialHost, Designer Gráfico formado pela Universidade FUMEC, Minas Gerais e Pós graduando em Branding pelo Centro Universitário UNA, possuo interesse em design de interação e interfaces. Trabalha com programação e criação para web, desde 2006. Apreciador de Bacon, Pudim e music Tag.

Design para a web mobile – parte 1

Dispositivos Mobile, Ipad, Galaxy S3, Lumia 920, GeeksPhone Peak, respectivamente

Imagem: Dispositivos Mobile, Ipad, Galaxy S3, Lumia 920, GeeksPhone Peak, respectivamente

O design de sites acessíveis para aparelhos móveis está cada dia mais importante.

Nos últimos posts criados, aqui no nosso  blog, falou-se muito sobre novos lançamentos de smartphones e o crescimento da utilização de mobiles para realizar tarefas, como ler e-mails. Baseado nesta onda começo a falar sobre o design para web em aparelhos móveis. Este assunto vem se tornando cada dia mais importante e já começa a se tornar fundamental em projetos para internet. Para começar essa série de posts vamos entender como e por que os mobiles estão tomando conta do espaço antes restrito aos computadores.

Interação mobile

Imagina você interagir com a internet utilizando sua própria voz, gestos, toques, utilizando uma câmera, etc. Agora imagina isso tudo integrado em apenas um aparelho, sem cabos, sem periféricos e quase sem peso nenhum. Estas características estão fazendo muitos usuários de computador deixar de lado o seu velho desktop para realizar tarefas em seus mobiles. A maior facilidade e rapidez, na hora de procurar alguma coisa ou realizar uma tarefa do dia a dia, proporcionada  por estes aparelhos fez o seu uso crescer mesmo em momentos onde se tem disponível o bom e velho computador.

Uma pesquisa realizada pela Google mostra que 96% dos entrevistados utilizam seus smartphones para realizar alguma tarefa, quando estão em casa. Ao contrário do que se mitifica, seu maior uso não está na rua onde os usuários estão com pressa e sua internet costuma ser lenta, mas sim em casa e no trabalho, onde talvez seja possível que se tenha uma internet mais rápida e o acesso à um computador.

Mobilidade

Esta palavrinha torna o uso da internet ainda mais mágico. Poder acessar e interagir no meio digital sem se preocupar com onde você está, de forma rápida e completa tomou o interesse da maioria dos usuários.  Seja no seu trabalho, na rua ou em um Navio, Basta ter conexão com a internet e você pode ver e-mails conversar com amigos e navegar pela internet. Afinal não é sempre que temos tempo ou paciência para sentar na frente de um desktop ou notebook para ver as atualizações do Facebook.

Acesso Mobile = Acesso desktop

O acesso à informação pelo mobile vem crescendo também pela possibilidade de se fazer por um smartphone ou tablet as mesmas coisas, ou até mesmo mais coisas, que antigamente se fazia em um computador convencional. Podemos ver como grandes sucesso, por exemplo, o aplicativo do facebook ou twitter. Apesar da mudança de interface e interação, é possível uma experiência completa das redes sociais independente do seu dispositivo. Em certos casos a interação se torna até mais completa devido a possibilidade de se utilizar a câmera integrada para enviar fotos, ou usando o gps para apontar o lugar de onde se fez o post.

Com tantas vantagens percebidas pelas pessoas, que agora estão migrando para os aparelhos móveis fica aquele ar de dúvida, será que os computadores tradicionais vão sumir em breve? Bem acredito que não, eles apenas perderão esta característica  de ser um grande canal multimidiático, social e pessoal, voltando a ser uma ferramenta de processamento e trabalho.

Fico por aqui neste primeiro post e volto na segunda parte para falar sobre características da interação com aparelhos touchscreen e algumas considerações para desenvolver uma interface para eles.

Referências:

http://tableless.com.br/mitos-sobre-dispositivos-moveis/#.UWxUn7XFUwA
http://tableless.com.br/seu-conteudo-agora-mobile/#.Ucxuk_nFWWF

Veja também

https://blog.dialhost.com.br/design/aparelhos-touchscreen-design-para-a-web-mobile-parte-2/

DialHost possui estrutura com servidores prontos para hospedar seu site ou aplicativo web.

Felipe Moraes
Felipe Moraes

Gerente de desenvolvimento na DialHost, Designer Gráfico formado pela Universidade FUMEC, Minas Gerais e Pós graduando em Branding pelo Centro Universitário UNA, possuo interesse em design de interação e interfaces. Trabalha com programação e criação para web, desde 2006. Apreciador de Bacon, Pudim e music Tag.