heredoc e nowdoc – tratamento de strings com PHP

heredoc e nowdoc

Exemplo de utilização do heredoc

Hoje despedimos da série de posts sobre tratamento de strings com PHP mostrando dois comandos que auxiliam bastante, principalmente na leitura do código programado. Estou falando do heredoc e do nowdoc. Estes dois comandos são formas de representação de strings, assim como os delimitadores de aspas simples e duplas, mais comumente utilizado.

Mas, por que utilizá-los ao invés das tão práticas aspas? Posso definir sua utilidade por 3 motivos:

  1. Praticidade
  2. Fácil leitura
  3. Fácil manutenção

O que é e como usar o heredoc

O heredoc permite você trabalhar com blocos de textos maiores sem se preocupar em escapar aspas duplas ou simples. Isto porque ele utiliza um demarcador “tagueado” identificando o começo e no final de cada string. Ele, assim como a aspas duplas, permite que você trabalhe com variáveis dentro da string. O heredoc irá interpretar a varíavel perfeitamente, sem concatenações e etc.

Para utilizá-lo você inicia o bloco de texto  com uma sequência de três sinais de menor e então identifique o bloco com um nome qualquer, <<<html, por exemplo. A partir daí tudo que você escrever será considerado como um string. Veja o exemplo abaixo:

<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
	<meta charset="utf-8">
	<meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="IE=edge">
	<title></title>
	<link rel="stylesheet" href="">
</head>
<body>

<?php
	$seu_nome = "Felipe Moraes";
	$endereco = "R. Josefina alves, 45, Maceió, AL.";
	
	//Este seria o código com aspas duplas
	$html = "<div id=\"ola\">
    	<p>Olá {$seu_nome},</p>
    	<p>Que tal visitar a gente em nossa sede: {$endereco}?</p>
  	</div>";
	
	echo "<h2>com aspas:</h2>".$html;
	
	//Este seria o código com heredoc
	$html = <<<HTML
  	<div id="ola">
	    <p>Olá {$seu_nome},</p>
    	<p>Que tal visitar a gente em nossa sede: {$endereco}?</p>
  	</div>
HTML;

	echo "<h2>com heredoc:</h2>".$html;

?>
	
</body>
</html>

Alguns detalhes que é preciso saber ao utilizar o heredoc é que caso necessite do carácter $ você precisará escapá-lo já que o heredoc identifica variáveis. Outra coisa é que para finalizar o bloco de texto você deve repetir o nome que identifica o heredoc na linha abaixo do texto. E você não deve ser indentar a linha de término para que tudo funcione perfeitamente.

Utilizei também algumas chaves para identificar as variáveis. Isto não é obrigatório, mas, auxilia na leitura do código e como este é um dos motivos de se utilizar o heredoc, vamos fazer direito.

E agora o nowdoc

O nowdoc tem utilização bem semelhante ao heredoc, porém, ele não consegue interpretar variáveis ou caracteres de controle. Este comando é compatível a partir do php 5.3. Para utilizá-lo segue a mesma lógica, com um pequeno detalhe, aqui o identificador inicial deve ter aspas simples, <<<‘HTML’. Veja o exemplo:

<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
	<meta charset="utf-8">
</head>
<body>

<?php	
	//Este seria o código com aspas simples
	$html = '<div id=\'ola\'>
    	<p>Olá Felipe,</p>
    	<p>Que tal vir comer um queijo com a gente?</p>
  	</div>';
	
	echo "<h2>com aspas:</h2>".$html;
	
	//Este seria o código com nowdoc
	$html = <<<'HTML'
  	<div id="ola">
	    <p>Olá Felipe,</p>
    	<p>Que tal vir comer um queijo com a gente?</p>
  	</div>
HTML;

	echo "<h2>com heredoc:</h2>".$html;

?>
	
</body>
</html>

É possível utilizar o nowdoc para incluir um código PHP dentro do seu código php, assim você mantém a organização sem que nenhum código seja executado. Repare também que apesar do identificador inicial vir com aspas simples o final não necessita.

Concluindo, estas duas formas são muito amigáveis para trabalhar com blocos de textos grandes e que envolvem código e texto. Não que eles substituam as boas e velhas aspas simples e duplas, ainda utilizaremos elas muitas vezes para blocos pequenos e simples. Mas, sem dúvida nenhuma trabalhar com heredoc ou nowdoc torna a leitura e escrita de uma string de códigos extensa, muito mais simples.

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Felipe Moraes
Felipe Moraes

Gerente de desenvolvimento na DialHost, Designer Gráfico formado pela Universidade FUMEC, Minas Gerais e Pós graduando em Branding pelo Centro Universitário UNA, possuo interesse em design de interação e interfaces. Trabalha com programação e criação para web, desde 2006. Apreciador de Bacon, Pudim e music Tag.

strstr e stristr, separando strings

strstr php

Exemplo de uso do strstr

Em um post anterior eu expliquei sobre o uso das funções explode e implode. Hoje tenho duas funções que podem ter utilização similar. Digo podem pois, sua função básica não tem nada haver com o explode, mas, seu retorno pode ser útil para separar uma determinada string, como separar o usuário de um e-mail por exemplo.

Estou falando da função strstr e stristr, estas duas funções procuram pela primeira ocorrência da string que você passar como parâmetro. Se ela encontrar qualquer ocorrência da string a função retornará a parte anterior a esta ocorrência.

strstr e stristr

As duas funções são bem semelhantes mas possuem uma única diferença, a strstr é case sensitive. Assim se a busca exige precisão entre maiúsculas e minusculas o uso da strstr é o mais recomendado. Mas vamos ao código.

$email = 'felipe_string_php@dialhost.com.br';

$find_it = '@';

$part_string_1 = strstr ( $email , $find_it , true );

echo '<b>buscando o usuário: </b>'.$part_string_1;

echo '<br>';

$part_string_2 = strstr ( $email , $find_it );

echo '<b>buscando o domínio: </b>'.$part_string_2;

echo '<br>';

$part_string_3 = substr($part_string_2, 1);

echo '<b> domínio sem o @: </b>'.$part_string_3;

Acima usei um exemplo simples que separa o  domínio do usuário. No caso defini na variável $email o e-mail que gostaria de tratar. Esta variável pode ser preenchida manualmente ou por um formulário (o que possivelmente será o mais natural.).

Depois defini o parâmetro da busca ‘@’ e assim fui usando o strstr com o parâmetro [before needle] como true (para pegar o valor anterior) ou false (para pegar o valor posterior). Por fim fiz uma complementação do código utilizando a função substr. Ela é responsável por quebrar uma palavra a partir de um determinado ponto, mas ela eu explico melhor em um outro artigo. Como resultado tive estes retornos.

Neste caso a utilização da stristr teria o mesmo resultado, já que se trata de um caractere especial. Mas, se sua busca envolver um caracter alfabético, ai sim ela poderá ter mais valia.

Ela também pode ser utilizada como forma de verificar a existência de uma palavra, letra ou termo dentro de um texto. E na verdade ela se trata de uma função bem simples para este tipo de verificação.

Espero que este comando tenha sido útil. No próximo mês continuo com esta série explicando mais alguns comandos para tratamento de strings.

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Felipe Moraes
Felipe Moraes

Gerente de desenvolvimento na DialHost, Designer Gráfico formado pela Universidade FUMEC, Minas Gerais e Pós graduando em Branding pelo Centro Universitário UNA, possuo interesse em design de interação e interfaces. Trabalha com programação e criação para web, desde 2006. Apreciador de Bacon, Pudim e music Tag.

strtoupper, strtolower… Caracteres maiúsculos e minúsculos

strtoupper e mb_strtoupper - controle de caractere minúsculos e maiúsculos

Exemplo utilizandop strtoupper e mb_strtoupper

Para realizar o controle de caracteres maiúsculos e minúsculos o PHP disponibiliza diversas funções como: lcfirst, ucfirst, ucwords, strtolower, strtoupper e mb_strtoupper. Estas 5 funções realizam basicamente alteração de caracteres maiúsculas para minusculas e vice-versa. Por isto resolvi dar uma estudada nas mesmas e trazê-las em um pacote dentro deste post.

lcfirst

Comecemos pela função lcfirst, ela é útil quando queremos transformar apenas a primeira letra de uma string em minúscula. Por exemplo quando temos uma frase de algum artigo e queremos salvar isto com tudo em minúsculo. Não tem muito o que explicar dela, seu uso é bem simples, você passa a string e ela te retorna com o primeiro caractere em minúsculo. Seu uso é assim:

lcfirst ($string );

ucfirst

Ao contrário da lcfirst, a função ucfirst transforma a primeira letra de uma string em maiúscula, então se você quiser pegar aquela frase toda em minúscula e capitalizar o primeiro caractere, esta é a função. Seu uso é exatamente igual a lcfirst.

ucfirst ($string );

ucwords

A função ucwords foi um pouquinho além, e transforma o primeiro caractere de cada palavra para maiúsculo. O uso continua o mesmo:

ucwords ($string );

strtolower

No caso de conversão de caracteres a strtolower, assim como a strtoupper, são mais comuns. A strtolower transforma qualquer caractere maiúsculo da string passada para minúsculo. A forma de usar ainda continua a mesma:

strtolower ($string );

A strtolower pode ser utilizada para padronizar nomes de arquivos em uploads ou caminhos. Em URLs, caracteres 100% em minúsculos  são mais amigáveis para a digitação do usuário. Isto porque apesar de domínios não serem case sensitive as URLs são.

Como não é usual digitarmos nada usando letras maiúsculas nas URLs, manter caracteres sempre em minúsculo garante que o usuário tem um conteúdo único.

strtoupper e mb_strtoupper

A strtoupper é o oposto da strtolower, sendo assim, ela se responsabiliza por transformar toda a string em maiúsculo. Vale lembrar que a strtoupper pode não trazer resultados corretos quando utilizada em strings com acento. Infelizmente a função não identifica letras acentuadas como caractere alfabético válido, por isto utilize a função mb_strtoupper nestes caso. Para não me alongar muito vou mostrar a utilização de ambas abaixo:

strtolower ($string );
mb_strtolower ($string,"utf-8" );

Como podem ver a única diferença entre uma e outra é que na mb_strtolower a gente define também o charset que desejamos e assim a função consegue identificar os caracteres como alfabéticos.

Por serem funções usuais, mas com aplicações simples e variadas, não consegui achar ou pensar em um exemplo único para a utilização destes comandos, mas convido a todos postarem nos comentários sobre usos interessantes destas funções. Abs e aguardem no próximo artigo falarei sobre strstr e stristr.

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Felipe Moraes
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Gerente de desenvolvimento na DialHost, Designer Gráfico formado pela Universidade FUMEC, Minas Gerais e Pós graduando em Branding pelo Centro Universitário UNA, possuo interesse em design de interação e interfaces. Trabalha com programação e criação para web, desde 2006. Apreciador de Bacon, Pudim e music Tag.

Função explode – Tratamento de strings com PHP

Código de exemplo da função explode

Código de exemplo da função explode

No último post falei sobre Addslashes e a evolução do tratamento de dados para SQL. Desta vez mudo um pouco os caminhos e vou falar sobre a função explode. Ela é relativamente comum ao tratamento de strings, por isso, resolvi relembrar um pouco sobre a sua utilização. Então para este post irei abordar um pouco sobre a função e um exemplo em que sua aplicação pode ser bem útil.

O básico da função explode()

O explode() foi criado com a intenção de separar uma string em um array de várias strings menores. Para isto ele utiliza determinados caracteres, passados por parâmetros, para fazer a separação. Sua estrutura fica assim:

explode(string $delimitador , string $string [, int $limite ]).

Analisando o código abaixo, temos os parâmetros $delimitador que será o caractere de divisão da string. Em seguida teremos a própria string que será desmembrada e por último, e de forma opcional, a quantidade de strings partidas serão salvas no array. Vale lembrar que ao limitar o explode a última string terá o restante da frase.

Explodindo em Tags

Um dos exemplos mais práticos que descobri sobre a utilização do explode() é criação de tags e categorias personalizadas. Esta utilização é bem comum em sistemas como WordPress ou outros gerenciadores de conteúdo. Pegando o exemplo do WordPress, em seu administrador, temos um campo de tags onde você pode definir tags aos posts separando as palavras chaves por vírgula.

Mas vamos para prática e mostrar um exemplo prático disto. O exemplo abaixo eu fiz uma leitura simples do campo tag do formulário e reimprimi na tela. Claro que o ideal é utilizar o comando e depois gravar em um banco de dados ou dar continuidade ao tratamento de acordo com a sua necessidade.

<div class="container">
			
		<h1> Teste com a função explode</h1>
		<form action="explode.php" method="POST">
			<div>
			<label for="tag">Digite as tags:</label><br>
			<input type="text" id="tag" name="tag" placeholder="Tag">
			<p>Digite separando com espaço</p>
			</div>
			<input class="bt" type="submit" value="GERAR TAGS">
		</form>
	<div>
		<?php
	if($_POST){
		$tags = explode(" ",$_POST[tag]);
		$i = 1;
		foreach ($tags as $key => $value) {
			if($i % 2== 1)
			echo "<p class=\"grey\">Tag ".$i.": ".$value."</p>";
		else
			echo "<p>Tag ".$i.": ".$value."</p>";
			$i++;
		}
	}
?>
	</div>
	</div>

No exemplo ácima, fiz um formulário simples para que pudessem ser cadastradas as tags, com separação por espaço. Após enviado o formulário, o mesmo recarregará a página explodindo a string pelos espaços e imprimindo cada palavra em um parágrafo. Como este é apenas um exemplo de demonstração não me apeguei em salvar os dados ou qualquer coisa do tipo. Mas, o ideal é que estes dados sejam tratados e ou salvos em banco de dados como categorias, ou simplesmente tags. Para ver o exemplo em ação clique aqui.

Para realizar o processo inverso do explode é possível utilizar a função implode. Esta explico no próximo post desta série.

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Felipe Moraes
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Addslashes – Tratamento de strings com php

addslashes

Imagem ilustrativa – addslashes

Neste mês de julho, continuei com os estudos em tratamento de strings para trazer algumas funções úteis (ou não) ao desenvolvimento de sistemas. Trago então, um pouco sobre a função addslashes. A função addslashes foi por algum tempo uma solução eficaz para escapar determinados caracteres na inserção de dados em banco de dados. Com esta função era possível salvar sem problemas strings como Bacon’s Tower, sem que as aspas simples (‘) removessem a interpretação de string. Além disto, o escapamento de caracteres é importante para evitar SQL injection e assim deixar seu sistema menos vulnerável, além de permitir maior integridade aos dados..

Será que o addslashes não possui mais tanta serventia?

Com a evolução do PHP novas funções foram desenvolvidas para tratamento de dados e conexão com bancos. São exemplos disto a conexão via PDO, ou a utilização da classe MySQLi. Conectar-se ao MySQL com estas duas novas classes se tornou uma prática mais atual, segura e fácil.

Antes, o tratamento de dados para o MySQL podia ser feita desta maneira.

<?php
$sub = addslashes("minha'string");
mysql_query("SELECT * FROM messages WHERE subject LIKE '$sub%'");
?>

Tratando com MySQLi

Voltando ao uso do addslashes, com a classe MySQLi foi criada a função mysqli::real_escape_string, que encoda a string e converte para um formato SQL escapado válido. A diferença desta para a primeira é que além de escapar os caracteres ‘, “, \, e NULL o real_escape_string escapa os caracteres \x00, \, \r e \x1a. Assim, esta função é mais eficiente ao manter a integridade de uma informação a ser gravada no banco MySQL.

O Código não muda muita coisa:

<?php
$sub = addcslashes(mysql_real_escape_string("%something_"), "%_");
mysql_query("SELECT * FROM messages WHERE subject LIKE '$sub%'");
?>

Acima utilizei a função addcslashes para remover a possibilidade de injection em consultas com LIKE. A função ajuda o mysql_real_escape_string escapando os caracteres % e _ e garantindo integridade a consulta.

Tratando com PDO

Indo ainda mais a fundo nas conexões de banco, hoje, a maioria dos frameworks PHP como: Laravel, Simfony, Zend e etc utilizam o PDO para realizar conexões de banco. Isto porque utilzando o PDO é possível abstrair a conexão com bancos diversos e não ficar limitado apenas no MySQL.

Ok, é difícil falar de addslashes sem falar de conexões com banco de dados, já que por muito tempo sua principal função era para tratamento de dados para enviar ao banco de dados. Mas, voltemos ao tratamento da string.

Através do PDO, o ato de escapar os caracteres especiais fica abstraído no processo de preparo da query, como no exemplo abaixo.

<?php

$sql = 'SELECT name, color,
    FROM candy
    WHERE name < :name;

$sth = $dbh->prepare($sql, array(PDO::ATTR_CURSOR => PDO::CURSOR_FWDONLY));

$sth->execute(array(':name' => cupcake));
$red = $sth->fetchAll();

$sth->execute(array(':name' => rocambole));
$yellow = $sth->fetchAll();

?>

Como podemos ver, neste processo não existe a necessidade de se escapar os dados antes de enviar para a query. Todo o tratamento já é feito pela extensão do PDO.

Por fim, a principal aplicação do addslashes perdeu o sentido. Lembro, porém, que para outros tipos de tratamento que necessitem de escapar dados a função ainda é válida.

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