Desenvolvimento Laravel: Laravel 5.5 Chegou! Confira as novidades e como instalar.

Nova versão Laravel 5.5

Conheças as novidades e como instalar o novo Laravel 5.5

Iniciarei hoje uma série nova baseada em alguns estudos que estou fazendo sobre desenvolvimento Laravel. A ideia desta série e trazer novidades e aprofundar os conhecimentos sobre este Framework PHP que já tomou destaque junto ao mercado. Inicio hoje com a chegada do Laravel 5.5. Confesso até que ele foi um grande impulsionador para eu querer começar a série.

Bem, não poderia começar com um novo lançamento sem falar de suas novidades. Por isso, abaixo, deixarei as novidades que achei mais interessantes e depois utilizarei a minha plataforma de Hospedagem Cloud aqui da DialHost para realizar uma instalação limpa do Framework.

Tela Whoops

A tela de Whoops do Laravel é sem dúvida uma ajuda e tanto no momento que estamos desenvolvendo um novo projeto. Ela é o debugger do Framework que nos mostra quando algo não está certo com a nossa programação.

Ela em si não é nova, mas sua apresentação está mais interativa mostrando a parte do seu código que está ocorrendo o erro. Como podemos ver ela apresentará o erro a esquerda e o código com a linha destacada a direita. Muito prático!

Whoops Laravel 5.5

Tela de Whoops do Laravel 5.5

Validação de requisições

Nas versões anteriores do Laravel, uma validação de dados deveria ser feita através da Controller. Agora é possível que a própria Request execute a validação e retorne a mensagem. E ao fim da validação a mesma retornará apenas os dados que foram tratados por esta validação. Para deixar mais claro vou deixar um exemplo de como era e como ficou esta chamada para salvamento de um produto.

Antes (Laravel <5.5)

 

Agora

 

Retorno

 

Presets de FrontEnd

Esta é para os Frontenders de plantão. Agora o Laravel deixa disponível alguns Presets já configurados para você trabalhar com Vue, React e Bootstrap. Mas se você não quiser também pode utilizar nenhum Preset. Você pode utilizar e configurar estes Presets através do “php artisan preset Vue” por exemplo.

API Resources

Para não alongar demais selecionei um último item que achei bem útil. Resources Classes agora permitem que nós transformemos nossas Eloquent Models para estruturas em JSON. Isto facilita e traz consistência para a liberação de uma API para o público.

Claro que este novo lançamento não se limita a estas novidades. Mas para os mais aficionados pelo lançamento deixo uma integra, em inglês, sobre todas as novidades que esta versão trouxe. Laravel 5.5 LTS is Now Released

Instalando o Laravel 5.5

Configurando o acesso SSH

A instalação do Laravel 5.5 é muito simples já que ele conta com o auxilio do composer. Para começar configurei minha hospedagem cloud. Escolhi ela pois me permite ter o acesso SSH da minha instância, existe o isolamento de recurso que permite o crescimento do projeto e consigo a praticidade do painel de controle.

No painel eu consigo ver meu IP de acesso e caso não tenha ainda, solicitar a senha para acesso SSH através do HelpDesk.

Painel de hospedagem Cloud

Painel de controle da hospedagem Cloud

Com todas as configurações na mão, agora é só acessar o SSH. No caso estou utilizando o programa MRemoteNG para windows.

Instalação do composer

O Primeiro passo será instalar o Composer:

 

Após instalado comece a rodar o serviço:

 

Instalação do Laravel

Agora que o Composer está instalado e configurado vamos ao Laravel… Acesse o diretório aonde você deseja criar o projeto novo (meu_projeto) e rode o comando abaixo:

 

Este procedimento poderá demorar um pouco. (Comigo foi algo em torno de 3 min). Mas se tudo der certo você já poderá acessar o Laravel no diretório “meu_projeto” em que você pediu para instalar.

Após instalado o sistema, no diretório do projeto, você precisa configurar seu arquivo de ambiente. O Laravel fornece um template padrão chamado .env.example. Para começar podemos apenas renomear este arquivo para .env utilizando o código abaixo:

 

OBS.: Caso você não faça o procedimento acima e tentar acessar seu projeto pelo navegador, você verá a seguinte mensagem

Laravel 5.5 something went wrong

Tela de erro do Laravel 5.5 sem a exibição de debugs

Por fim é preciso rodar o comando abaixo para criar a chave da sua aplicação. Ela é utilizada para garantir a segurança interna do Laravel e o Framework só funcionará com esta chave setada em seu .env. Para criá-la basta roda o comando abaixo.

 

OBS.: Se você acessar sua nova instalação assim que você instalar sua tela apresentará o erro abaixo.

Whoops Laravel 5.5

Erro por não geração de “encryption Key”

Depois de tudo instalado você verá a tela de bem vindo do Laravel e já pode começar a implementar seu projeto.

O Laravel é um Framework bem completo e permite fazer muita coisa com simplicidade no código. Na verdade este é o intuito deles… Ter um código limpo bonito e simples de entender.

Let’s Encrypt™ trará Certificados WildCard em 2018

Let's Encrypt lançará SSL WildCard em 2018

Let’s Encrypt lançará SSL WildCard em 2018

A organização Let’s Encrypt™ parece cada vez mais empenhada na missão de tornar a internet 100% HTTPS. Seu próximo passo, que já se encontra em desenvolvimento, é o WildCard Certificates que já possuí uma data de lançamento para Janeiro de 2018.

A organização já conta com 47 milhões de domínios seguros. Domínios validados através do seu processo automatizado de validação de domínios. Há algum tempo ela iniciou o desenvolvimento de seus certificados WildCard. Segundo eles a proposta veio pois certificados WildCard são constantemente requisitados. Eles ainda acreditam que com o WildCard teremos maior facilidade para o desenvolvimento em HTTPS e assim contribuirá para seu objetivo primordial, o de tornar a web 100% HTTPS.

Como funcionam os certificados WildCard?

O certificado WildCard funciona protegendo qualquer subdomínio dentro de um domínio base (Ex.: *.dialhost.com.br). Isto facilita muito o gerenciamento dos domínios já que um único certificado e um único par de chaves de segurança serão utilizados para o domínio e todos os seus subdomínios.

Estes certificados, assim como já acontece nos certificados Let’s Encrypt™, serão gratuitos e poderão ser ativados através da ACME v2 API.

Inicialmente a validação será via DNS do domínio base, mas já existem planejamentos para outras opções.

O que muda no mercado SSL com isto

A primeiro momento pode haver uma preocupação com relação às vendas dos certificados SSL WildCard. Mas, esta popularização é boa pois forçará este mercado a melhorar ainda mais seu nível de segurança. Afinal ainda hoje, a segurança das informações que circulam pela internet é uma das maiores preocupações de qualquer usuário que utilize a rede para realizar compras, guardar documentos e se comunicar com outros usuários.

Além disto, como comparado em outro post mais antigo que eu fiz (Desvendando os certificados SSL grátis) ainda existem certificados mais específicos que vão validar toda a empresa e não somente o domínio registrado. Neste caso espera-se  haja uma popularização deste tipo de certificado.

E que venha 2018

Se 2016 foi o ano da implantação do SSL grátis. 2018 será uma ano de expansão global para os diversos subdomínios que temos por aí. A equipe DialHost já está esperando por novidades para conseguirmos implementar mais esta ferramenta para todos os clientes.

Por hoje fico por aqui e agradeço pela leitura. Abs!

Felipe Moraes
Felipe Moraes

Desde pequeno eu adorei tecnologia e este sentimento me fez estudar e trabalhar com desenvolvimento, design de interfaces e interação. Esta vontade de melhorar e aprender com a tecnologia me fez estar aqui na DialHost desde 2012.

Micro serviços e cloud computing

Micro serviços em estrutura cloud

Micro serviços em estrutura cloud

Para a edição de hoje gostaria de mostrar um pouco da arquitetura de micro serviços utilizando uma estrutura em cloud computing. Assim, mostrarei um pouco sobre esta estrutura e como podemos tirar ganhos em diversos projetos.

Os micro serviços

Antes de mais nada é preciso entender alguns pontos chaves do conceito de micro serviços. Imagine um cenário onde você possui uma aplicação que deve suportar uma gama diferente de usuários que utilizam browsers desktop, mobile e alguns ainda utilizam sua aplicação através de um app nativo. Complicando um pouco mais esta aplicação possui uma API aberta para integração do seu sistema com outros sistemas (Algo muito comum por exemplo, no facebook, google, twitter e etc).

Concordam que está aplicação, sem nem mesmo falarmos das funcionalidades, teria um corpo complexo e demasiadas responsabilidades para conseguir gerenciar? Mas porque deixar isto tudo nas mãos de apenas um sistema?!

Desde que comecei a aprender um pouco sobre orientações a objetos (há uns 8-9 anos atrás) comecei a relacionar sistemas como o próprio sistema orgânico. Ou seja, cada coisa deve ter sua responsabilidade específica e simples. Assim, ela pode exercer melhor e com mais desempenho sua determinada função.

Quando comecei a conhecer a arquitetura de micro serviços consegui enxergar perfeitamente esta organicidade no macro de um projeto. Poxa, porque um projeto com tantos requisitos e tantas responsabilidades precisam sem emaranhar em apenas uma estrutura monolítica gigantesca. Consegue imaginar a complexidade de códigos, classes que vão se desembrulhando para responder às regras exemplificadas acima?!

O conceito de micro serviços traz uma proposta simplicadora. Vamos reduzir este grande sistema em um sistema com N serviços auxiliares e específicos que serão responsáveis por cada regra. Um serviço responsável pelo tratamento de clientes, um pela comunicação da API que por sua vez trabalhará com um serviço que montará a interface para o usuário e assim por diante… Posso trazer mil analogias com o que vemos no mundo real em grandes organizações, orquestras, times e etc. Os micro serviços trabalham de forma grupal para trazer um resultado unificado.

Resultado disto tudo

  • Micro serviços devem ser considerados como sistemas relativamente pequenos assim temos maior simplicidade em entender seu código
  • Maior produtividade no desenvolvimento, desde o processamento de menos arquivos pela IDE de desenvolvimento até menor curva de aprendizado do serviço.
  • Facilidade ao escalar seu desenvolvimento. Já que estes serviços trabalham em paralelo é possível que diferentes times de desenvolvimento possam trabalhar e fazer o deploy de cada serviço de forma independente.
  • Atualizar apenas um serviço para novas tecnologias (como um novo framework, uma nova versão de PHP etc) se torna mais simples, rápido e menos custoso do que readaptar todo o sistema.

Onde o cloud computing entra nisto tudo?

Com a separação de cada serviço, imagine estes serviços trabalhando em paralelo, cada um com sua própria instância e configuração ideal para o funcionamento mais otimizado possível do projeto. Cheguei apenas a esta lista de possibilidades.

  • Otimização de recursos: Você pode elevar ou descer recursos ajustando de acordo com a necessidade específica de cada serviço.
  • Otimização dos custos: Com a maior flexibilidade no ajuste dos recursos você notará que seus custos serão otimizados apenas para o que você realmente utiliza.
  • Otimização do sistema: Como cada instância é isolada você pode configurar o servidor de acordo com a necessidade específica do serviço em questão. Ex.: Você pode configurar um sistema de cacheamento para serviços que demandem informações estáticas, configurar um instância apenas com otimizações para bancos de dados.
  • Estabilidade do sistema: Se um serviço tiver um pico de uso, de memória por exemplo, por conta de um processo, um outro serviço não será penalizado por isto. O mesmo ocorre com o funcionamento do sistema, como um todo, se houver um deploy bugado de apenas um serviço.
  • Escalabilidade: É bem mais rápido e econômico escalar em diversas instâncias um único serviço que já não é suportado mais com apenas uma instância do que o sistema completo.

Como integrante da equipe de desenvolvimento da DialHost, vi e participei da implementação de alguns micro serviços em nossos projetos e conseguimos ver principalmente uma melhora grande na produtividade da equipe em manutenções e maior facilidade para resolver bugs que ocorriam. Conseguimos também dinamizar e escalar de forma mais eficiente ao utilizar nossa solução de Cloud computing colocando apenas os recursos ideais para cada serviços que criamos

Mas, Nem tudo são flores

A principal questão a se avaliar antes de seguir na arquitetura de micro serviços é que o time de desenvolvedores precisa ter o conhecimento para criar um sistema que funcione de forma distribuida. Como em um trabalho em equipe na vida real, se os serviços não trabalharem com sintonia seu sistema não funcionará. A equipe de desenvolvimento fica responsável por criar um mecanismo de comunicação entre estes serviços, afinal eles são serviços isolados que podem trabalhar em conjunto.

As principais IDE’s do mercado hoje em dia, ainda são focadas na criação de aplicações monolíticas. Assim, você não terá muito apoio destas ferramentas para a criação de aplicações distribuídas.

Por fim, se não for muito bem planejado o uso dos microserviços pode ter um efeito reverso na otimização dos seus recursos. É preciso avaliar bem até que ponto você quer ou precisa separar um sistema em diversos micro serviços para que ele não acabe aumentando seu consumo de memória ou até mesmo processamento.

Felipe Moraes
Felipe Moraes

Desde pequeno eu adorei tecnologia e este sentimento me fez estudar e trabalhar com desenvolvimento, design de interfaces e interação. Esta vontade de melhorar e aprender com a tecnologia me fez estar aqui na DialHost desde 2012.

Kubernetes, quais a vantagens em utilizá-lo mesmo depois do docker swarm?

Kubernetes

Kubernetes

No último artigo apresentei um exemplo prático de como montar o docker em um cloud. Hoje avanço um pouco nos conceitos de contêineres trazendo o Kubernetes  para automatizar e gerenciar seus aplicativos em contêineres. Ao fim farei um breve comparativo entre o Kubernetes e o docker Swarm.

Kubernetes

O Kubernetes é uma plataforma desenvolvida pela Google para gerenciar aplicativos em contêineres através de múltiplos hosts de um cluster e assim, ampliar a estabilidade e controle do serviço.

Com ele se tornou possível o que por muito tempo não era possível, nativamente, através do Docker: criar balanceamento de cargas e a migração de contêineres sem perda de dados. Além disto é possível automatizar estas ações para ter alta disponibilidade dos seus serviços.

ReplicaSet

O ReplicaSet é a nova geração do já conhecido Replication Controller, este controlador é responsável por manter a disponibilidade dos seus contêineres (no Kubernetes estes contêineres são encapsulados em Pods, individualmente ou, em alguns casos, em grupos). Ele irá gerenciar a replicação dos Pods de forma que:

  • Se você necessita de 10 Pods sempre rodando, quando um destes Pods cair ou travar, outro Pod será iniciado em seu host para manter o serviço funcionando.
  • Você também pode definir regras para que um novo Pod seja criado sempre que o consumo de CPU de seus Pods, em execução, alcancem 70% de uso, por exemplo.

Lembro que o ReplicaSet não é responsável por definir configurações do seu Pod. Para editar qualquer configuração você deve atualizar o Pod através do Deployment.

Services

Um serviço do Kubernetes é responsável por abstrair das definições lógicas dos Pods, além de definir as regras de acesso a estes Pods. Em outras palavras, aqui atrelamos uma faixa de IP para o ReplicaSet, definimos as regras de acesso do mesmo e configuramos o Load Balance para manter o uso de recursos de cada Pod estável.

Gerenciamento de Storage

Como os Pods são vulneráveis a travamentos e restarts, o Kubernetes trouxe o conceito de volumes independentes, ou seja, possuem suas próprias características de tempo de vida etc. Isto permite que um volume permaneça vivo fora de um contêiner e assim, os dados vinculados a um contêiner “morto” não se percam no meio do caminho. Além disto, um Pod pode utilizar diversos tipos de volumes e inúmeros volumes simultaneamente. Isto porque as regras de como o diretório é e seus conteúdos são determinados pelo tipo de volume utilizado.

Ok. Agora que entendemos um pouco melhor sobre o Kubernetes deu pra ver que ele faz um trabalho de automatização bem completo.

Mas, mesmo depois do Docker ter lançado o Swarm mode, porque o Kubernetes ainda é uma opção mais interessante?

Sem dúvida o Docker swarm é uma opção interessante para criarmos clusters de contêineres e gerenciarmos de forma simples, mas o Kubernetes traz uma proposta bem mais automatizada para fazermos isto.

Enquanto através do Docker Swarm você criará manualmente um cluster, o Kubernetes fará isto tudo automaticamente para você. Ele seguirá suas regras predefinidas (de uso de recursos ou de quantidade de Pods) para manter a estabilidade do serviço.

Um segundo ponto é o isolamento dos volumes que garante que os dados de um Pod estejam da forma que estavam quando ele precisou ser reiniciado.

Não mencionei anteriormente neste post, mas, pelo Kubernetes também é possível definir namespaces para criarmos ambientes isolados de produção e testes. Assim, podemos limitar os recursos de cada ambiente, para que um não interfira no outro.

E para finalizar, um ponto que achei interessante é a flexibilidade dele trabalhar com outros modelos de contêiner que não seja o Docker, como o Rockets (Containers no CoreOS).

Felipe Moraes
Felipe Moraes

Desde pequeno eu adorei tecnologia e este sentimento me fez estudar e trabalhar com desenvolvimento, design de interfaces e interação. Esta vontade de melhorar e aprender com a tecnologia me fez estar aqui na DialHost desde 2012.

Configurando o contêiner Docker em um Cloud

Configurando Contêiner Docker em um cloud

Imagem ilustrativa sobre Contêiner Docker

Seguindo o assunto de conteinerização hoje trago um artigo prático onde vou configurar o Contêiner Docker dentro de uma instância Cloud. Para isto Utilizarei a nossa plataforma DialCloud.

Para quem quiser seguir desde o começo, deixo aqui o link do primeiro post sobre o assunto VMS vs Containers quais diferenças e usos?

Contêiner Docker

Só para recaptular o Contêiner Docker trabalha em cima do Kernel do Linux para permitir que uma aplicação ganhe em portabilidade, isolamento, segurança contra violação externa, Além de permitir o melhor gerenciamento de recursos.

Cada contêiner Docker irá iniciar uma imagem Docker, o que equivaleria a uma imagem virtual para a virtualização de máquina. Mas, no caso do Docker temos o benefício de eles utilizarem muito menos recursos, já que eles são baseados em um mesmo kernel. Através dele conseguimos uma base confiável de tudo que é necessário para executar as aplicações. Desta forma o Contêiner fica livre dos riscos externos causados pelas dependências.

Dockerfiles

Estes scripts são os responsáveis pelas orientações que devem ser executadas na montagem de uma nova imagem. Estes Scripts substituem o processo manual de configurar uma imagem para cada Contêiner que você for utilizar.

Prontos para começar

Agora que já deixamos claro os conceitos básicos para a conteinerização vamos iniciar a instalação. Primeiramente temos que criar uma instância. No caso peguei uma instância simples com 8GB de RAM e 40GB de disco e Ubuntu 14.04. Chamei ela em meu painel de docker-test, como podem ver abaixo.

Painel DialCloud

Imagem do Painel DialCloud

Com esta instância montada e com todos os dados SSH em mãos vamos aos comandos de instalação.

Instalando o Docker

Com o acesso root em mãos vou entrar na máquina e buscar por atualizações do droplet. Para isto basta executar os comandos:

Só por garantia, confira se seu sistema tem suporte ao  aufs (Ele é um controlador de armazenamento utilizado pelo Docker).

Agora temos que adicionar a chave e o repositório do Docker aos arquivos, apt-key e ao sources list

Faça um novo update no droplet com o primeiro comando que eu passei aqui e então instale o docker 🙂 \o/!

O Ubuntu possui um Firewall padrão que bloqueia o encaminhamento de pacotes. Este encaminhamento de pacotes é necessário para o funcionamento do docker. Assim, teremos que editar o arquivo ufw para liberar o encaminhamento.

Para isto entre no arquivo e então configure a opção DEFAULT_FORWARD_POLICY como “ACCEPT”

Salve o arquivo e recarregue o UFW

 

Pronto, agora que seu docker está instalado você pode começar a montar seus contêineres utilizando imagens criadas por você, ou o que é mais legal ainda, buscando uma imagem publica oficial ou deixada pela comunidade através da docker Store.

Baixando uma imagem

Para um exemplo prático, vou buscar a imagem oficial hello world do Docker para fazer a instalação. Primeiramente a gente baixa a imagem para a máquina.

Agora que a imagem já está na minha máquina eu posso criar um novo contêiner. Vale lembrar que não é possível criar um contêiner vazio, sem nenhuma execução. Por isso precisamos de uma imagem base. No exemplo abaixo eu vou criar um contêiner definindo o nome dele de my-hello e instalar minha imagem hello-world.

Uma vez instalado você pode executar ele rodando o comando abaixo com o ID do contêiner

Agora basta você usufruir do contêiner Docker e a cada atualização que você fizer, não se esqueça de atualizar o dockerfile para não perder a portabilidade dele.

Felipe Moraes
Felipe Moraes

Desde pequeno eu adorei tecnologia e este sentimento me fez estudar e trabalhar com desenvolvimento, design de interfaces e interação. Esta vontade de melhorar e aprender com a tecnologia me fez estar aqui na DialHost desde 2012.